Disque Denúncia Procurados

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Marilene
Marilene de Souza Freitas

  • 1 - Extorsão (Art. 158 - CP); "Lavagem" Ou Ocultação de Bens, Direitos Ou Valores Oriundos de Corrupção (Art. 1º, V - Lei 9613/98); Incêndio (Art. 250 - CP); Falsidade ideológica (Art. 299 - CP); Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06); Aumento de Pena Por Tráfico Ilícito de Drogas (Art. 40 - Lei 11.343/2006); Organização Criminosa (Lei 12.850/2013)
  • TCP - Terceiro Comando Puro
  • Integrante do Tráfico de Drogas
  • Morro do Dendê - Ilha do Governador - RJ
  • 11/03/1975
  • Nº (I.F.P.) 097.092.878
  • Rio de Janeiro
  • Procurada

Histórico

O ex-PM Antônio Eugênio de Souza Freitas, o Batoré, de 46 anos; e de sua irmã Marilene de Souza Freitas, de 42, são acusados pelo crime de lavagem de dinheiro. E Batoré também é acusado de chefiar uma quadrilha que extorquia motoristas de vans na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio.

De acordo com dados da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança (SSinte), o valor arrecadado pela quadrilha com extorsões semanais de motoristas de vans e kombis das 13 linhas que circulam internamente na região da Ilha do Governador girava em torno de R$ 27 milhões.

O ex-policial foi preso pela primeira vez pela antiga Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) em 2004, em Bonsucesso, e acabou expulso da PM no ano seguinte. No momento de sua prisão, ele se preparava para entregar armas que seriam vendidas ao traficante e chefe do tráfico do Morro do Dendê, Fernando Gomes de Freitas, Fernandinho Guarabu, de 38 anos.

Já em liberdade, ele continuou a chefiar essa quadrilha e, entre 2014 até outubro de 2015, o grupo comandado por Batoré usava uma cooperativa de fachada, a Shalon Fiel, para justificar e lavar o dinheiro das cobranças dos valores extorquidos dos motoristas.
A empresa foi fechada após policiais da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) cumprirem um mandado de busca e apreensão no local, em 2015.

Investigações também comprovaram que Batoré foi responsável pelo incêndio de uma Kombi em frente ao Shopping Ilha Plaza no dia 18 de agosto de 2014, a fim de intimidar um motorista que se recusou a pagar a propina imposta pela quadrilha.
Em abril deste ano, ele foi preso novamente, junto com a irmã Marilene de Freitas, após um operação desencadeada pelos agentes da SSinte, com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público e da Polícia Civil.

Após a última prisão, este ano, Batoré foi levado para Cadeia Pública José Frederico Marques, e depois transferido no dia 21 para a Penitenciária Bandeira Stampa. Por ser considerado perigoso, a Justiça do Rio chegou a ter aprovada sua ida para o presídio federal de Catanduvas, no Paraná. Mas, depois de pouco mais de um mês no Complexo de Bangu, Antonio Eugenio foi solto com sua irmã, após uma decisão do plantão judiciário do dia 28 de maio.

No dia 10 deste mês, a liminar concedendo sua soltura foi cassada pela Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, e agora ele é considerado novamente um foragido da Justiça.

Quem tiver qualquer informação a respeito da localização dos acusados, pode denunciar pelos seguintes canais: Whatsapp ou Telegram dos Procurados (21) 98849-6099; pela mesa de atendimento do Disque-Denúncia (21) 2253-1177, pelo Facebook (inbox) ou pelo aplicativo do DD. O Portal garante anonimato.Quem tiver qualquer informação a respeito da localização dos envolvidos, favor informar pelos seguintes canais: Whatsapp ou Telegram do Portal dos Procurados (21) 98849-6099; Central de Atendimento do Disque Denúncia (21) 2253-1177; através do Facebook/(inbox), endereço: https://www.facebook.com/procurados.org/; e pelo aplicativo Disque Denúncia RJ.

Mandados

Origem Processo expedição
Comarca da Capital/17ª Vara Criminal Nº do Mandado de Prisão: 0076551-23.2017.8.19.0001.01.0022-12/Prisão Definitiva Data de expedição: 17/04/2018