Disque Denúncia Procurados

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Beto Bomba
Jorge Alberto Moreth

  • Capturado


    1 - Homicídio Qualificado (Art. 121, § 2º - CP), I e IV (2 vezes) e V N/F Concurso de Pessoas (Arts. 29 a 31 - Cp) E Organização Criminosa (Lei 12.850/2013), art. 2º, §§ 2º e 3º E Organização Criminosa (Lei 12.850/2013), art. 2º, §§ 2º, 3º e 4º, inc. II E Organização Criminosa (Lei 12.850/2013), art. 2º, § 2º E Corrupção ativa (Art. 333 - CP) E Concurso Material (Art. 69 - Cp)
  • Milícia
  • Integrante a milícia de Rio das Pedras
  • Rio das Pedras - Jacarepaguá - RJ
  • 05/01/1979
  • Nº (I.F.P.) 012.348.671
  • Rio de Janeiro - RJ
  • Capturado

Histórico

PRISÃO REALIZADA POR DRACO - 25/05

O homem preso nesta sexta-feira (24) como um dos chefes da milícia de Rio das Pedras, comunidade na Zona Oeste do Rio, também é investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro no caso das mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

Jorge Alberto Moreth, também conhecido como Beto Bomba, era foragido da Justiça desde janeiro. Ele foi um dos alvos da Operação Intocáveis, que mirou suspeitos de integrar o grupo criminoso escritório do crime. Além da prática de vários crimes na região, o grupo é investigado por envolvimento nas mortes de Marielle e Anderson. Relatos feitos ao Disque-denúncia repassados à polícia apontam a suposta relação de Beto Bomba com os crimes.

Histórico:

Jorge Alberto Moreth, o Beto Bomba é ligado a Milícia de Rio das Pedras, em Jacarepaguá. Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ele é um dos alvos da operação contra a milícia de Rio das Pedras, desenvolvida pelo Ministério Público. Ex-presidente da Associação de Moradores da comunidade, cargo conquistado, segundo o Ministério Público do Rio (MPRJ), a partir de ameaças e uso de força. Através da associação eram realizadas as transações de compra e venda dos imóveis construídos ilegalmente e a manipulação de documentos necessários à concretização de operações ilícitas, além de empréstimos.
Beto Bomba gozava de informações privilegiadas sobre operações policiais realizadas nas localidades dominadas, sempre alertando seus subordinados, de forma prévia, sobre as intervenções programadas, a fim de que o esquema criminoso não fosse desbaratado, disse o Ministério Público.

Documentos comprovam que moradores eram obrigados a alugar determinadas casas e se precisassem de empréstimos não poderiam pegar em bancos ou empresas especializadas. Os moradores eram obrigados a contratar as dívidas junto à associação. Em um dos documentos, o Ministério Público encontrou uma vítima que fez um empréstimo de R$ 100 mil a juros de 6% ao mês.

Em outro, os policiais encontraram o nome de pelo menos 20 pessoas que alugavam casas e apartamentos dos milicianos. De acordo com as provas, que foram analisadas, todas as operações de compra e venda de imóveis passava pelo crivo do ex-presidente da associação de moradores de Rio das Pedras.

Alguns integrantes do grupo de milicianos de Rio das Pedras, também respondem pelo homicídio de Júlio de Araújo, em 24 de setembro de 2015, morto com vários tiros na cabeça da vítima e que seria uma "queima de arquivo", já que ele poderia fazer denúncias sobre crime anterior cometido por integrantes da organização criminosa.

A prisão de Marcus Vinícius Reis dos Santos, de 45 anos, conhecido como Fininho, , faz parte das buscas das autoridades pelos envolvidos com a milícia que comanda as ações nas comunidades de Rio das Pedras e Muzema, na Zona Oeste da cidade.

A quadrilha foi identificada e denunciada numa investigação que deu origem à operação Intocáveis, deflagrada em janeiro deste ano. Da quadrilha identificada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), até o momento, oito investigados foram presos. Cinco se mantêm foragidos, entre eles, Adriano Magalhães, conhecido como capitão Adriano, ex-oficial da Polícia Militar do Rio de Janeiro,

Ajude a Polícia do Rio. Quem tiver qualquer informação a respeito da localização do foragido da Justiça, favor denunciar pelos seguintes canais: pelo Mesa de Atendimento do Disque-Denúncia (21) 2253-1177, pelo Whatsapp ou Telegram Portal dos Procurados (21) 98849-6099; pelo facebook/(inbox), endereço: https://www.facebook.com/procurados.org/, , ou pelo Aplicativo para celular ? Disque Denúncia ? . O Anonimato é garantido.