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Malote
Bruno Maulaz Prazeres
Recompensa:
R$ 1 Mil
Nascimento:
05/12/1982
RG:
RG Nº. (I.F.P.) 124.692.18 - 7
Natural:
Rio de Janeiro - RJ
Situação:
Procurado
Crimes:
Homicídio

Homicídio Simples (Art. 121, caput - CP)
Facção:
A.D.A - Amigos dos Amigos
Função:
Gerente Geral
Área de Atuação:
Vila Vintém - Padre Miguel - RJ
Histórico:
Bruno Maulaz Prazeres, o Malote, é integrante da facção Amigo dos Amigos – ADA, e atua no tráfico de drogas da comunidade Vila Vintém.

Malote é acusado de assassinar o anão Fabiano de Oliveira Alves, de 30 anos, que foi capturado juntamente com outros traficantes da comunidade, por morar em uma comunidade rival. Fabiano foi torturado e espancado, além de ser obrigado a beber ácido e acabou morrendo. O corpo teria sido esquartejado e queimado na localidade conhecida como Maloca.

Segundo informações passadas ao Disque-Denúncia, Malote juntamente com Veludo e um traficante de vulgo “Piranha”, teriam assassinado um Tenente Bombeiro no dia 11/02/2012, por ele ter errado o caminho e entrado na Vila Vintém. Ele teria sido esquartejado e seu corpo também teria sido jogado na Maloca, mesmo lugar onde jogaram o corpo de Fabiano. Ainda segundo informações eles teriam assassinado em 2011, um oficial da Aeronáutica e um oficial do Corpo de Bombeiros.

Qualquer informação que leve a sua captura, ligue para o Disque-Denúncia (21) 2253-1177. O anonimato é garantido.


Contra Bruno Maulaz Prazeres, consta no Sistema de Cadastramento de Mandados de Prisão - Polinter – 1 (um) mandados de prisão, expedidos pelas seguintes Varas Criminais: 4ª Vara Criminal da Capital – expedido em 27/06/2012 – CPB 121.

Pelo Sistema de Identificação Penitenciaria, consta que Bruno Maulaz Prazeres, encontra-se na condição de egresso do Sistema Penitenciário. Ele ingressou no sistema carcerário em 20/04/2005, indo cumprir pena no Presídio Ary Franco – SEAPAF - saindo em liberdade em 19/06/2007 do Presídio João Carlos da Silva

Pelo Sistema de Identificação Criminal, consta uma anotação criminal, sendo: DRAE – Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos – PCERJ – 13/04/2004 – Condenando a 3 anos de reclusão a pena pecuniária de 50 dias-multa, fixada esta no mínimo legal, regime inicialmente fechado, por acórdão da 6ª CCTJ que modificou a sentença dando provimento a ao recurso extinta a punibilidade – 1ª Vara Criminal Regional de Bangu/RJ.

Processo nº: 0047746-36.2012.8.19.0001
Tipo do Movimento: Decisão – Mandado de Prisão
Descrição: Representa a autoridade policial pela prisão preventiva do acusado, tendo o Ministério Público se manifestado favoravelmente à decretação da tutela cautelar, ressalvada a modalidade da custódia, que, a seu ver, deve ser a de prisão temporária, sob o argumento da necessidade de serem realizadas outras diligências a viabilizar a formação da opinio delicti. Considerando a manifestação do d. membro do parquet, que, na qualidade de dominus litis, entende que os indícios colhidos até aqui ainda se mostram insuficientes para a deflagração da ação penal, em razão da possibilidade de participação de outras pessoas no crime que se apura e da necessidade de provas técnicas, inclusive, no que se refere à materialidade do delito, acolho sua representação e DECRETO A PRISÃO TEMPORÁRIA dos nacionais DAVI DE FREITAS, vulgo ´Açúcar no Bigode´, (preso) ALCIMAR PEREIRA DOS SANTOS, vulgo ´Veludo´ e BRUNO MAULAZ PRAZERES, vulgo ´Malote´, qualificados à fls. 49, 48 e 50, respectivamente, e o faço por 30 (trinta) dias, com fulcro no art. 1º, incisos I e III, alínea ´a´, da Lei nº 7.960/89 c/c art. 2º, § 4º, da Lei 8072/90, tendo em vista haverem sido eles apontados, na investigação que lastreia o presente pedido, como tendo participação direta no crime em apuração, apontado como hediondo, indícios que surgem a partir dos depoimentos prestados em sede policial às fls. 18/19 e 35/37 e do interrogatório a que foi submetido o indiciado DAVI no interior da cadeia pública José Frederico Marques, às fls. 20/22. Assim decido por entender que o prosseguimento das investigações poderá estar comprometido, se soltos estiverem os indiciados, pelo fundado temor que pode vir a ser instaurado no ânimo de eventuais testemunhas capazes de trazer elementos para a completa elucidação dos fatos, tendo em vista que os autos noticiam que são eles elementos dados a práticas criminosas extremamente graves e integrantes do movimento do tráfico, que, como é de sabença geral, provoca terror nas áreas por ele atingidas. Acresça-se que o indiciado ALCIMAR é apontado como o líder do tráfico de drogas que atua na comunidade da Vila Vintém e responsável por autorizar as execuções que ocorrem dentro da comunidade, onde teria sido a vítima FABIANO torturada e morta. Nos termos do art. 2°, parágrafo 4°, da Lei que disciplina a prisão temporária, expeçam-se os Mandados de Prisão em duas vias, entregando-se uma delas a cada indiciado como nota de culpa. Conste-se dos Mandados de Prisão que os presos temporários, a quem a digna autoridade policial informará os direitos constitucionais, consoante o art. 2°, § 6, da mesma Lei, deverão permanecer obrigatoriamente separado dos demais detentos, em cumprimento ao art. 3° da mencionada Lei, devendo eles, decorrido o prazo da presente ordem, serem imediatamente colocado em liberdade, salvo prorrogação necessária e deferida. Dê-se ciência ao Ministério Público e retornem os autos à digna autoridade policial para prosseguimento das investigações e cumprimento das diligências ora determinadas. Fonte Tribunal de Justiça – RJ – 27/06/2012.

(Aualizado em 16/07/2012)
Processos Judiciais
ORIGEM
PROCESSO
EXPEDIÇÃO
Comarca da Capital/4ª Vara Criminal
0047746-36.2012.8.19.0001
27/06/2012 - CPB - 121
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