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Marreta
Luís Cláudio Machado
Nascimento:
24/10/1974
RG:
RG Nº. (I.F.P.) 104.887.41 - 9
Natural:
Rio de Janeiro - RJ
Situação:
Capturado
Crimes:
Capturado

Evadido do Sistema Penitenciário Fugitivos/Vicente Piragibe

1 - Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06) C/C Aumento de Pena Por Tráfico Ilícito de Drogas (Art. 40 - Lei 11.343/2006).

2 - Tráfico de Drogas e Condutas Afins (Art. 33 - Lei 11.343/06) E Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06), com as majorantes do art. 40 IVe VI DA MESMA LEI.

3 - Homicídio Qualificado (Art. 121, § 2º - CP), IV e V; Sequestro e Cárcere Privado (Art. 148 - Cp), § 2º; Concurso Formal (Art. 70 - Cp), 2ª parte.

4 - Extorsão (Art. 158 - CP), § 1º E Furto (Art. 155 - CP) N/F Concurso Material (Art. 69 - Cp), todos do CP.


Facção:
Comando Vermelho - CV
Função:
Chefe do Tráfico de Drogas
Área de Atuação:
Morro do Chapadão, Juramento, Complexo do Lins, Covanca
Histórico:
Prisão - 23/12/2014


Luiz Claudio Machado, conhecido como 'Marreta', foi localizado pela Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai na capital Assunção. Ele estava foragido desde fevereiro de 2013, quando fugiu do Instituto Penal Vicente Piragibe, no Rio de Janeiro.

Historico




Fuga do Instituto Vicente Piragibe em 03/02/2012

Luiz Claudio Machado, o Marreta é procurado por ter fugido do Instituto Penal Vicente Piragibe – SEAPVP - que integra o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio. Ele é um dos principais traficantes da facção Comando Vermelho e atualmente faz a ligações entre os pontos de drogas. Também é o responsável pelas compras de armas e drogas para o CV.

A fuga que foi realizada, através de um túnel ligado à tubulação de esgoto do presídio, aconteceu no dia 03/02. A lista de foragidos, publicada pela Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap), tem alguns bandidos que comandavam favelas estratégicas para o tráfico de drogas, entre eles alguns do Complexo do Alemão, que já foi base da facção Comando Vermelho, atualmente ocupado por uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).

Marreta é um dos principais traficantes do CV nas ruas. Ele chefiava pontos de drogas no Complexo do Alemão, com a ocupação pela UPP – Unidade de Polícia Pacificadora em novembro de 2009, ele teria ido se esconder no Complexo do Lins e Morro Jorge Turco em Bento Ribeiro. Ele também era investigado por envolvimento na invasão do Morro dos Macacos, em 2009, quando um helicóptero da Polícia Militar foi derrubado por traficantes e matou três policiais.
Em maio de 2011, após contrair uma divida com a cúpula do CV, no valor de R$ 20 mil reais, Alan Mauricio Ferreira, o Sapinho, teria selado sua morte. Segundo informações ele teria sido executado a mando de Marreta e teve seu corpo jogado no alto do Morro do Céu em São Gonçalo. A ordem teria vindo do Morro da Mangueira, que na época era considerado o QG da facção, e onde Marreta estava escondido.

Em agosto de 2011, ele foi preso em um apartamento na localidade denominada Mangueira 2. Com o traficante, foram apreendidos cerca de 6 kg de cocaína distribuídos em mais de 5 mil cápsulas. A droga, segundo a polícia, abasteceria o Morro Jorge Turco. De acordo com a investigação, o traficante estaria tentando reestruturar a facção criminosa que agia no Complexo do Alemão antes da pacificação.

Após sua fuga do Complexo de Gericinó, ele foi se esconder no Complexo do Lins. De lá ele estaria comandando as várias tentativas de invasão ao Complexo da Covanca em Jacarepaguá.

Ele estaria sendo investigado pela morte de Dudu da Rocinha. Uma testemunha do inquérito que apurou a morte do traficante Eduíno Eustáquio de Araújo, o Dudu da Rocinha, relatou que a maior facção criminosa do Rio tem simulado o consumo excessivo da droga para matar nas penitenciárias, fingindo que o preso sofreu overdose. A "técnica" é chamada de sobro ou injeção letal.

De acordo com inquérito da DH, houve tentativa de usar a tática com Dudu, mas ele acabou sendo morto por esganadura. Além dos relatos da testemunha, policiais da especializada desconfiaram do fato de 11, dos 14 presos ouvidos, terem negado saber a causa da morte do traficante, e terem insistido que ele era usuário de cocaína.

A Divisão de Homicídios também vai apurar a participação dos traficantes Luciano Martiniano da Silva, Pezão, Luis Claudio Machado, o Marreta, e Anderson Rocha da Silva, o Russão.

Pelo Banco Nacional de Mandados de Prisão – Polinter – consta contra Luiz Cláudio Machado, 6 (seis) mandados de prisão, expedidos pelas seguintes Varas Criminais: 11ª Vara Criminal da Capital, datado em: 20/04/2012, com validade até: 16/04/2032 – Assunto: Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06) C/C Aumento de Pena Por Tráfico Ilícito de Drogas (Art. 40 - Lei 11.343/2006), Inquérito Policial nº: 257611, mandado nº: 100026-18.2011.8.19.0001.0002; 2ª Vara Criminal de São Pedro da Aldeia, datado em: 05/10/2012, com validade ate: 10/01/2032, assunto: Tráfico de Drogas e Condutas Afins (Art. 33 - Lei 11.343/06) E Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06), com as majorantes do art. 40 IVe VI DA MESMA LEI, Inquérito Policial nº: 411, mandado de prisão nº: 7919-84.2011.8.19.0055.0005; Síntese da Decisão: Em decisão proferida às folhas 974 do processo supramencionado, em 11/01/2012, foi decretada a prisão preventiva do acusado, com base nos artigos 311 e 312, do CPP; 4ª Vara Criminal da Capital; datado em: 04/02/2013, com validade até: 27/01/2013, assunto: Homicídio Qualificado (Art. 121, § 2º - CP), IV e V; Sequestro e Cárcere Privado (Art. 148 - Cp), § 2º; Concurso Formal (Art. 70 - Cp), 2ª parte, Inquérito Policial nº: 03409025/2003, mandado de prisão nº: 745-21.2013.8.19.0001.0003; 1ª Vara Criminal de Jacarepaguá – datado em: 27/06/2013, com validade até: 20/06/2033, assunto: Extorsão (Art. 158 - CP), § 1º E Furto (Art. 155 - CP) N/F Concurso Material (Art. 69 - Cp), todos do CP, Inquérito Policial nº: 04102111/2013, mandado de prisão nº: 31656-89.2013.8.19.0203.0006, Síntese da Decisão: Em decisão proferida em 20/06/2013, foi DECRETADA A PRISÃO PREVENTIVA do réu, pelos fundamentos destacados: Garantia da Ordem Pública, Conveniência da instrução criminal e aplicação da lei penal, a teor do art. 312 do CPP. Expeça-se mandado de prisão; VEP – Vara de Execuções Penais – datado em: 07/02/2013, com validade até: 07/02/2016, assunto Roubo Majorado – Inquérito Policial nº: 728 – Mandado de prisão nº: 151121-83.19994.8.19.0001.0001; 2ª Vara Criminal da Capital – datado em: 23/08/2013, com validade atè: 23/08/2033 – Assunto: Homicídio Simples, Inquérito Policial nº: 291946-13.2013.8.19.0001.0005.

Pelo Sistema de Cadastramento de Mandados de Prisão – Polinter – constam 10 (dez) mandados de prisão, expedidos pelas seguintes Varas Criminais: 2ª Vara Criminal da Capital – datado em: 23/08/2013, com validade até: 23/08/2033 – Assunto: Homicídio Simples, Inquérito Policial nº: 291946-13.2013.8.19.0001.0005; 1ª Vara Criminal de Jacarepaguá – datado em: 27/06/2013, com validade até: 20/06/2033, assunto: Extorsão (Art. 158 - CP), § 1º E Furto (Art. 155 - CP) N/F Concurso Material (Art. 69 - Cp), todos do CP, Inquérito Policial nº: 04102111/2013, mandado de prisão nº: 31656-89.2013.8.19.0203.0006; 2ª Vara Criminal de Jacarepaguá (2X); VEP – Vara de Execuções Penais – (3X).

Pelo Sistema de Identificação Criminal, constam 32 (trinta e dois) anotações criminais: 12ª DP – 14/11/1992 – artigo 157, § 2º II do CP – Condenado a pena 5 anos e 4 meses de reclusão em regime semi-aberto – 34ª Vara Criminal da Capital; 27ª DP – 26/06/1997 – artigo 16 da Lei 6368/76 – Condenado a pena de 8 meses de regime fechado – 33ª Vara Criminal da Capital; 27ª DP – 23/09/1998 – artigo 12 e 14 da Lei 6368/76 – 29ª Vara Criminal da Capital; DAS – 1998 – artigo 159, § 1º do CP; 27ª DP – 10/02/1998 – artigo 121, § 2º I e IV do CP – 4ª Vara Criminal da Capital; DAS – 30/08/1998 – Artigo 159 , § 1º C/C artigo 29 do CP =- Condenando a pena de 17 anos – 2ª Var Criminal de Jacarepaguá; 40ª DP – 20/02/1999 – artigo 121, § 2º I, IV e V do CP – Absolvido – 1ª Vara Criminal; 17ª DP – 04/03/1999 – artigo 333 do CP – Condenando a pena 1 ano e 2 meses – 20ª Vara Criminal da Capital; 40ª DP – 20/02/1999 – artigo 121 , § 2º I do CP – Impronunciado – 3ª Vara Criminal TJ; 34ª DP – 05/12/2003 – artigo 121 , § m2º IV e V do CP único artigo 157; 40ª DP – 13/12/2009 – artigo 34 da lei 11343/06 C/C artigo 40 da Lei 11343/06 – Absolvido – 32ª Vara Criminal da Capital; DH – 17/11/2010 – Artigo 121 § 2º I e IV do CP; DH – 17/11/2010 – Artigo 121 § 2º I e IV do CP; DH – 14/03/2011 – Artigo 121 § 2º I e IV do CP; DH – 07/11/2010 – Artigo 121 do CP (2X); DH – 04/07/2010 – Artigo 121 – arquivado – 2ª Vara Criminal da Capital; 40ª DP – 04/05/2010 – artigo 35 da Lei 11343/06; 40ª DP – 02/12/2010 – artigo 35 da lei 1134/06 – absolvido – 36ª Vara Criminal da Capital; DH – 2010 – Artigo 121 do CP; DH – 01/03/2011 – Artigo 121 do CPDH – 01/05/2010 – artigo 121 § 2º I e IV do CP; 22ª DP – 2010 – Artigo 35 C/C artigo 40, IV da Lei 11343/06DH – 29/03/2011 – Artigo 12122ª DP – 06/03/2012 – artigo 35 da Lei 11343/06 – 11ª Vara Criminal da Capital; DRE – 05/05/2011 – artigo 33 e 35 da Lei 11343/06 – 36ª Vara Criminal da Capital; DH – 17/05/2011 – artigo 33 e 35 da Lei – 2ª Vara Criminal de São Pedro da Aldeia; DH/São Gonçalo – 2012 – Artigo 121 caput artigo 33 da Lei 11343/06.

Pelo Sistema de Identificação Penitenciaria, consta que o apenado Luiz Claudio Machado, encontra-se na condição de Foragido. Ele ingressou em 17/09/1999 – Presídio Ary Franco – SEAPAF -, evadindo –se em 13/05/2009 – Instituto Penal Edgard Costa – SEAPEC – Reingressou em 27/08/2011 – Presídio Ary Franco. Em 05/03/2012, ele foi transferido para Penitenciaria Federal de Mossoró – PFMRN - , voltou ao Rio em 12/06/2012 – Instituto Laércio da Costa Pelegrino – SEAPLP - . Em 06/07/2012, foi transferido para Instituto Penal Vicente Piragibe – SEAPVP – quando no dia 03/02/2013, fugiu pela rede de esgoto.

Pelo Sistema de Cadastramento de Ocorrências Policiais, constam, 24 procedimentos: 26ª DP – 2012 – Porte Ilegal de Armas de Fogo de Uso Restrito; 41ª DP – 2013 – Extorsão; 25ª DP – 2010 – Homicídio; 22ª DP – 2011 – Tráfico de Drogas; DH – 2013 – Homicídio provocado por asfixia; 26ª DP – 2012 – Associação para o Tráfico de Drogas; 41ª DP – 2013 – Furto interior de Residência; DH – 2013 – Homicídio; 40ª DP – 2010 – Associação para o tráfico de drogas; DH – 2010 – Homicídio; 6ª DP – 2010 – Lei de Drogas; 41ª DP – 2013 – Furto; DH – 2010 – Homicídio; 25ª DP – 2010 – Homicídio; 25ª DP – 2010 – Associação para o tráfico de drogas; 26ª DP – 2012 – Quadrilha ou Bando; DH – 2010 – Homicídio; DH – 2010 – Homicídio; 6ª DP – 2010 – Tráfico de Drogas; DH – 2010 – Homicídio; DH – 2010 – Homicídio; 41ª DP – 2013 – Roubo de Celular; 26ª DP – 2012 – Apreensão de drogas e 41ª DP – 2013 – Extorsão.

MANDADO DE PRISÃO:

Processo nº: 0000745-21.2013.8.19.0001
Tipo do Movimento: Decisão
Descrição: Recebo a denúncia, exceção feita em relação ao denunciado Lourival Pereira Baltar, considerando a informação contida no relatório policial de que ele é falecido. Proceda-se, pois, ao cancelamento do nome do denunciado no Projeto Comarca. Defiro a cota ministerial. Citem-se os acusados para responderem a acusação, no prazo de 10 (dez) dias. No tocante ao pedido de prisão preventiva, formulado pelo órgão do Ministério Público, ao ensejo do oferecimento da denúncia, em que argumenta com os pressupostos atinentes à conveniência da instrução criminal e para assegurar a futura aplicação da lei penal, tenho que a medida se mostra necessária para a garantia da ordem pública e para a futura aplicação da lei penal. O exame dos autos revela que os acusados, que tiveram neste ato recebida a denúncia contra eles formulada, por um homicídio duplamente qualificado e pela prática delituosa prevista no art. 148, § 2º, por onze vezes, na forma do art. 70, 2ª parte, todos do Código Penal, são apontados como elementos de personalidade voltadas ao crime, consoante se afere de suas FACs, circunstância que está a recomendar a adoção da cautela, como alternativa para o resguardo da ordem pública. Demais disso, o modus operandi de que se valeram para a prática do delito, quando, aproveitando-se da permanência de agentes de saúde dentro do presídio onde se encontravam, provocaram um tumulto, tendo o segundo e terceiro denunciados atirado na vítima e, juntamente com os demais acusados, mantido como reféns os agentes penitenciários, os agentes de saúde e os professores que ali se encontravam, torturando-os por 75 horas, até suas rendições, denota invulgar audácia a recomendar a adoção da medida extrema, como forma de aplacar a deletéria sensação de impunidade que resulta da ausência de pronta resposta do Estado. No que diz com o pressuposto atinente à garantia da futura aplicação da lei penal, tenho que também sob este fundamento devem permanecer os acusados segregados, considerando que, consoante se depreende de suas FACs, alguns deles cumprem penas elevadas e, se postos em liberdade, em razão da progressão do regime de suas penas, é razoável inferir que não serão facilmente localizados para citação, pelo que a remanescerem eles soltos, estar-se-á inviabilizando o prosseguimento do feito, pela possível suspensão. Por outro lado, o pressuposto atinente à conveniência da instrução criminal não se afigura bem demonstrado, pois não há nos autos nenhum elemento concreto a indicar que os indiciados estejam a colocar em risco a instrução criminal neste processo, sendo certo que nenhum dos depoimentos veicula a notícia de que qualquer das testemunhas esteja se sentindo temerosa, muito embora todas aleguem estar sofrendo de problemas psicológicos gerados a partir do evento. Assim é que, presentes indícios abundantes da autoria, em que pese se tratar a prisão de medida excepcional na ordem constitucional, a qual somente se justifica para acautelar interesses que se sobrepõem ao ius libertatis do indivíduo, as circunstâncias que norteiam a apuração do fato estão a recomendar a adoção da medida de cautela, pelo que DECRETO A PRISÃO PREVENTIVA dos nacionais ALEXANDRE MENDES DA SILVA, WILSON FERREIRA CARDOZO, MARCELO BASTOS FERNANDES, MÁRCIO AURÉLIO MARTINEZ MARTELO, MICHAEL ALVAREZ, JOSE MONTEIRO BARBOSA, JORGE LUIZ PEREIRA SOARES, LEANDRO DOS SANTOS, LUIZ CLAUDIO MACHADO, JOSÉ BENEMÁRIO ARAÚJO, RICARDO DE ALMEIDA RODRIGUES, CARLOS BRAZ VICTOR DA SILVA, FABIANO SILVA QUEIROZ, EDIMAR MANOEL DE OLIVEIRA, MANOEL FIRMINO DOS SANTOS, JOSÉ CARLOS ELIAS, ADERALDO DIAS SALGUEIRO, CARLOS GUIMARÃES DE OLIVEIRA e RICARDO ALVES DO NASCIMENTO, o que faço com fulcro nos arts. 311, 312 e 313, do CPP, para garantia da ordem pública e para a futura aplicação da lei penal, desde que se me apresentam fortes as demonstrações de que tal medida surge absolutamente imprescindível para resguardar os meios e os fins da presente ação penal. Expeçam-se os Mandados de Prisão com o prazo máximo de vinte (20) anos para o seu cumprimento, bem como as comunicações devidas. P. R. I. 28/01/2013

(Atualizado em 02/10/2013)


Núcleo Procurados e Desaparecidos



Processos Judiciais
ORIGEM
PROCESSO
EXPEDIÇÃO
Regional de Jacarepaguá/1ª Vara Criminal (Jac)
0031656-89.2013.8.19.0203
27/06/2013
2º Vara Criminal de Jacarepaguá
13469
24/06/1999
VEP - Vara de Execuções Penais
0430673-93.2006.8.19.0001 (2006/08326-5)
01/09/2009
VEP - Vara de Execuções Penais
0254431-95.2000.8.19.0001 (2000/06359-4)
01/09/2009
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