Compartilhe:



 
Compartilhe:
JN
Luís Felisberto da Silva Júnior
Recompensa:
R$ 1 Mil
Nascimento:
16/03/1990
RG:
RG Nº. (I.F.P.) 235.001.872
Natural:
Município não Informado - RJ
Situação:
Procurado
Crimes:
Homicídio

1 - Homicídio Simples (Art. 121, caput - CP) C/C Crime Tentado

2 - Resistência (Art. 329 - CP)

3 - Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06)

4 - Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06); Corrupção ativa (Art. 333 - CP) N/T Concurso Material (Art. 69 - Cp)

5 - Homicídio Qualificado (Art. 121, § 2º - CP), inciso I N/F Crime Tentado; Homicídio Qualificado (Art. 121, § 2º - CP), inciso I N/F Crime Tentado; Homicídio Qualificado (Art. 121, § 2º - CP), inciso I N/F Crime Tentado N/F Concurso Material (Art. 69 - Cp)

Facção:
Comando Vermelho - CV
Função:
Chefe do Tráfico -
Área de Atuação:
Morro do Turano - Rio Comprido - RJ
Histórico:
Luis Felisberto da Silva Júnior, o JN ou Juninho, é ligado à facção Comando Vermelho, e atualmente, estaria comandado pontos de drogas no Morro do Turano, no Rio Comprido, Zona Norte do Rio de Janeiro.

Em fevereiro de 2013, ele foi preso por ter roubado participação no roubo à Joalheria Lacerda, no Centro de Muriaé. Após investigações foi descoberto que havia entre os presos estavam um de Muriaé e quatro do Rio de Janeiro, inclusive do Morro do Turano. Entre os acusados: Luiz Felisberto da Silva Junior, vulgo “JN”, do Rio; Eduardo da Silva Marques, do Rio; Vagner Rodrigues, de São Paulo; Andre Beserra da Silva, do Rio e Silvo, natural de Muriaé, foram recolhidos da 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Muriaé, pelos agentes penitenciários e levados para o Presídio Safira.

Em fevereiro de 2014, JN foi preso novamente. JN estava em liberdade condicional concedida pela Justiça de Minas Gerais, onde estava preso cumprindo pena por assalto. Ele foi flagrado na Rua Aureliano Portugal, no interior da comunidade. Com ele foram apreendidos 11 trouxinhas de maconha, 33 papelotes de cocaína, seis pedras de crack e um rádio transmissor. Dois suspeitos que estavam com ele conseguiram fugir.

Um dos lideres do tráfico de drogas do Turano, JN, teria participado do confronto com traficantes do Morro do São Carlos, que tentaram tomar os pontos, após invasão no dia 09/09/16. A guerra entre traficantes teria, supostamente, iniciada por divergências internas dentro tráfico de drogas no Morro do Turano. O chefe do tráfico Ocimar Nunes Robert, o Barbozinha, preso desde 2009, em Presídio Federal em Mato Grosso do Sul, chefiaria os seus pontos de drogas com mão-de-ferro. Ele, segundo informações recebidas pelo Whatspp dos Procurados (21) 96802-1650, estaria penalizando quem fosse contra suas ordens, e até moradores da comunidade estariam sofrendo com seus desmandos.
Um grupo de traficantes, liderados por um de vulgo Dante, teriam se rebelado contra as ordens do antigo chefe, e também dos atuas e teriam trocado de facção, indo se aliar aos traficantes do Morro do São Carlos.

Pelo Sistema de Identificação Penitenciária, consta que ele ingressou em 02/14, indo para Cadeia Publica Juiz Patricia Acioly, saindo em liberdade em 08/2014, da Penitenciaria Drº Serrano Neves.

Pelo Sistema de Cadastramento de Mandados de Prisão – Polinter e Banco Nacional de Mandados de Prisão – CNJ – constam cinco mandados de prisão, descritos abaixo em uma tabela.

Pelo Sistema de Identificação Criminal constam seis anotações por Homicídio, Lei das Drogas, Corrupção Ativa


Processo nº: 0023988-23.2015.8.19.0001
Tipo do Movimento: Decisão
Descrição: 1 - Trata-se de ação penal movida contra LUIZ FELISBERTO DA SILVA JÚNIOR (vulgo ´JN´) por infração aos artigos 121, § 2º, inciso I c/c art. 14, II (3 vezes) do Código Penal, oferecendo o ilustre representante do Ministério Público Estadual a denúncia de fls. 02A/02B. O processo está regular e válido, inexistindo vício a ensejar o reconhecimento de nulidade. Estão presentes as condições para o legítimo exercício do direito de ação e os pressupostos de existência e desenvolvimento válido do processo. No que tange à justa causa, a mesma está consubstanciada no procedimento policial que instrui a inicial e nos depoimentos de fls. 24/25, 30, 33/34 e 39/40, bem como nos autos de reconhecimento de fls. 26/29, 31, 35/38 e 41/44, sendo que em tais peças os policiais que foram alvos dos disparos efetuados afirmam terem sido os denunciados os autores do delito. Assim, satisfeitos estão os requisitos instrumentais da peça inicial, previstos no artigo 41 do CPP. Com efeito, ao examiná-la, pode-se concluir que além do fato criminoso, descreveu todas e as demais circunstâncias suas que interessavam à apreciação da prática delituosa, e, em especial, o lugar do crime; o tempo do fato e a conduta objetiva em que teriam infringido os denunciados. Por outro lado, veio acompanhada de um suporte probatório mínimo, ou seja, da prova mínima exigida para sua instrução, de forma a dar ao julgador condições de proferir um diagnóstico provisório sobre a viabilidade da pretensão punitiva. As questões pertinentes ao mérito da ação serão analisadas oportunamente quando do julgamento, entretanto há indícios de materialidade e autoria suficientes a autorizar o início da ação penal. Assim, RECEBO A DENÚNCIA. CITEM-SE os acusados para responderem a acusação, conforme artigo 406 do Código de Processo Penal. 2 - Passo à análise do pleito ministerial de decretação de prisão preventiva. Em análise aos requisitos autorizativos da prisão preventiva, verifico que os mesmos encontram-se presentes, havendo fortes indícios de autoria nas pessoas dos denunciados. As declarações prestadas em sede policial são firmes no sentido de que os denunciados foram os autores do crime. Agregados às declarações das testemunhas que afirmam ter convicção acerca da autoria nas pessoas dos acusados, estão os elementos colhidos na investigação, sendo suficientes a demonstrar a presença de fortes indícios de autoria nas pessoas dos denunciados. Tais elementos são suficientes a indicar que houve o fato e que teriam sido os indiciados os autores do crime. Assim, os indícios são suficientes para que se reconheça a existência do fumus comissi delicti. No que se refere à questão do perigo da liberdade, trata-se de crime de extrema repugnância, sendo necessária uma resposta efetiva do Estado. Assevere-se que em tempos de exacerbada sensação de insegurança, crimes de tal natureza, praticados contra agentes da lei, devem ser combatidos com firmeza, de modo a levar à sociedade uma resposta efetiva. Deste modo, importa que também se resguarde a ordem pública da violência demonstrada pelos acusados, ressaltando-se que consta do procedimento policial informação acerca da participação dos réus em organização criminosa armada e registros referentes a outros delitos cometidos pelos mesmos, o que indica a sua contumácia na prática delituosa. Assim, presentes o fumus comissi delicti e o periculum libertatis, requisitos imprescindíveis para a decretação da medida excepcional pleiteada. Deste modo, acolho a manifestação do Ministério Público e DECRETO A PRISÃO PREVENTIVA LUIZ FELISBERTO DA SILVA JÚNIOR (vulgo ´JN´) uma vez que presentes se encontram os requisitos previstos no artigo 312 do CPP. EXPEÇA-SE O MANDADO DE PRISÃO com validade até o dia 28/01/2035.

(Atualizado em 14/09/2016)

Processos Judiciais
ORIGEM
PROCESSO
EXPEDIÇÃO
Comarca da Capital/3ª Vara Criminal
0023988-23.2015.8.19.0001
29/01/2015
Comarca da Capital/26ª Vara Criminal
0360401-59.2015.8.19.0001
23/09/2015
Comarca da Capital/39ª Vara Criminal
0434536-42.2015.8.19.0001
09/11/2015
Comarca da Capital/39ª Vara Criminal
0114717-61.2016.8.19.0001
09/05/2016
Comarca da Capital/3ª Vara Criminal
0464658-72.2014.8.19.0001
16/12/2014
1