Compartilhe:



 
Compartilhe:
Digo Caolha
Rodrigo Guedes de Melo
Recompensa:
R$ 1 Mil
Nascimento:
15/03/1991
RG:
RG Nº. (I.F.P.) 216.141.077
Natural:
Rio de Janeiro - RJ
Situação:
Procurado
Crimes:
Homicídio Milícia

1 - Homicídio Qualificado (Art. 121, § 2º - CP), incisos II, III e IV
Facção:
Milícia
Função:
Integrante da Milícia
Área de Atuação:
Piscinão de Ramos - Ramos - RJ
Histórico:
Rodrigo Guedes de Melo, Digo Caolha, faz parte milícia que age no Piscinão de Ramos, na Zona Norte do Rio, e é procurado pelo assassinato do jovem Hugo Silva, de 19 anos, no Piscinão de Ramos.

Hugo foi morto em junho de 2014, depois de ter sido agredido com socos e pontapés porque estaria urinando em local impróprio. A vítima, que também era filho de um policial militar, foi abordada então por um integrante da milícia local quando começou a agressão. Hugo teria reagido. Com isso, outros integrantes da quadrilha, inclusive o chefe da milícia, se juntaram para espancar o rapaz. O crime ocorreu logo após o jogo entre Brasil e Alemanha pela Copa do Mundo. Alguns moradores se reuniam em um bar para acompanhar a partida.

O corpo de Hugo foi jogado na Avenida Brasil para parecer que tinha sido atropelado. Ele morava com a mãe e o padastro na favela Roquete Pinto, em Ramos.

Processo nº: 0238485-92.2014.8.19.0001
Tipo do Movimento: Decisão
Descrição: Vistos, examinados etc. O conjunto dos elementos sensitivos que aflora da substância persecutória administrativa revela exteriorização na vida de relação, de delito doloso contra a vida, qualificado. O alinhamento das circunstâncias, ditada por um conjunto de indícios conduz, pelas linhas do inquérito policial, que a prática delituosa decorre do atuar dos investigados LENILSON ROQUE GONÇALVES, vulgo ´BILIU´, ALEX BENTO DA SILVA SOUZA, vulgo ´NIQUE´, JONATHAN ANSELMO MARQUES DOS SANTOS, vulgo ´NATHAN´, GLAUBER SEABRA OLIVEIRA PEDRO, vulgo ´GLAUBÃO´, ROBERCI PEREZ GUILHERME, vulgo ´ROBECI´, DEVID DA SILVA GONÇALVES, vulgo ´DEIVID´, PAULO ROBERTO DA SILVA SOUZA, vulgo ´PAULINHO GAIOLA´, RENAN SILVA, vulgo ´MAPITE´, SERGIO RIBEIRO, vulgo ´BOMBA´, DANIEL SILVA, vulgo ´21´ e RODRIGO, vulgo ´DIGO CAOLHA´ Confira o relatório da Autoridade Policial (fls. 71/74 e verso): ´(...) Trata-se de inquérito policial deflagrado para apurar a prática de crime de HOMICÍDIO QUALIFICADO, ocorrido no dia 08/07/2014, por volta das 22h00min, na praça localizada a Rua Gerson Ferreira, interior da comunidade Roquete Pinto, em Ramos, tendo como vítima fatal Hugo Miguel da Silva. O fato foi comunicado a Divisão de Homicídios por policiais militares lotados no 22º BPM, os quais tiveram o primeiro contato com a ocorrência, sendo informados, no local do crime, que a vítima teria sido socorrida por Ubiratan Silva Gomes para o Hospital geral de Bonsucesso, onde veio a óbito. O atendimento médico foi registrado no boletim n.º 110.126. Comunicado o fato, as equipes de plantão, coordenadas pelo Delegado de Polícia André Rosa Leiras, compareceram ao hospital geral de Bonsucesso e arrolaram testemunhas do fato, consoante a informação de fl. 19. Visando apurar a ocorrência do fato e sua autoria, foram realizadas oitivas, exames periciais, reconhecimentos, diligências policiais, juntada de relatórios e laudos periciais, informações policiais, fotografias e consultas, diligências constantes dos autos, executadas pelo Inspetores de polícia Moises Moraes da Silva, matrícula 849.388-4, e Rivagner Batista dos Santos, matrícula 889.570-8. Iniciadas as investigações, foram arroladas e ouvidas as seguintes testemunhas: Gelson Miguel da Silva, pai da vítima (fls. 6 e 32/33), Ubiratan Silva Gomes (fl. 17); Douglas da Silva de Almeida, irmão da vítima (fls. 8 e 50/51); Denilson Domingues Fernandes, amigo da vítima (fls. 45/46) e Dener Gomes dos Santos (fls. 47/49). Consoante as informações constantes nos autos, no dia 08/07/2014, a vítima Hugo, seu irmão Douglas e os amigos Denilson e Dener, após o jogo de futebol entre Brasil e Holanda, bebiam cerveja em um pagode no interior da comunidade Roque Pinto, na praça localizada no final da Rua Gerson Ferreira, quando a vítima Hugo disse aos demais companheiros que iria urinar e se afastou do local. Segundo as testemunhas Denilson, Douglas e Dener, ao voltar Hugo teria dito o seguinte: ´eu acho que vai dar caô´. e assim acabou de falar, o indivíduo conhecido na comunidade como RUBERCI, aplicou-lhe uma ´banda´ (rasteira), tendo Hugo tentado reagir. Entretanto, no mesmo instante, outros indivíduos, assim como RUBERCI, também vinculados a milícia local, identificados como LENILSON, vulgo BILIU, GLAUBÃO, DEIVID, NIQUE, NATHAN e DRICA, chegaram, em apoio a RUBERCI, e não deixaram que ninguém se aproximasse para apartar a briga, e ainda passaram a aplicar golpes (chutes e socos no rosto) em Hugo. Nos depoimentos prestados, consta a informação de que Douglas, irmão de Hugo, ainda tentou intervir e afastar seu irmão da confusão, sendo impedido por LENILSON, que sacou uma arma de fogo, tipo pistola e o ameaçou dizendo o seguinte: ´METE O PÉ, SENÃO VOCE VAIR SER O PROXIMO´. Outro integrante do bando, conhecido como GLAUBÃO, ainda, teria aplicado um soco na barriga de Douglas, conforme relatos de fls. 45/46, 47/49 e 50/51. O depoimento de Denilson (fls. 45/46) é no sentido de que ao tentar, juntamente com Dener, apartar o desentendimento entre Hugo e RUBERCI, também foram impedidos por LENILSON que, armado, proferiu as seguintes ameaças: ´SE VOCE ENCOSTAR, VOU DAR UM TIRO NA CARA DE VOCES.´ Dando continuidade as agressões, os supracitados elementos, LENILSON, vulgo BILIU, GLAUBÃO, DEIVID, NIQUE, NATHAN e DRICA, continuavam a sessão de espancamento em Hugo, o qual sangrando muito, tentava reagir, porém sem êxito. De acordo com os relatos, com Hugo dominado pelos milicianos, os mesmos o arrastaram pela Rua Gerson Ferreira, em direção a Avenida Brasil, sendo que no percurso eram aplicados violentos golpes contra a cabeça deste, que não reagia. Segundo o relato de Douglas da Silva Almeida, irmão da vítima, enquanto Hugo era arrastado para a Avenida Brasil, Douglas acompanhava o grupo há cerca de quatro ou cinco metros de distância, oportunidade e que viu, além dos já citados, os milicianos conhecidos na comunidade como PAULINO GAIOLA, BOMBA, DANIEL 21, RENAN MAPITE e DIGO CAOLA juntos ao grupo e aplicando golpes como soco, chutes e pisadas em Hugo. Os milicianos LENILSON e NATHAN empunhavam arma de fogo e cuidavam da segurança do grupo, determinando que ninguém se intrometesse. Douglas relatou ter presenciado DEIVID aplicando vários chutes no rosto de Hugo, quando este estava no chão, vindo o mesmo a bater a cabeça no chão após um desses golpes. RUBERCI teria dado varias pisadas e chutes na parte de trás da cabeça de Hugo. Viu também LENILSON aplicar chutes nas costelas da vítima. Os demais integrantes do grupo, apesar PAULINO GAIOLA, BOMBA, DANIEL 21, RENAN, MAPITE, NIQUE, NATHAN e DIO CAOLHA terem assumido, primordialmente, a função de segurança do grupo, também participaram efetivamente da sessão de agressão contra Hugo. As margens da Avenida Brasil, sendo os relatos, o grupo de marginais teria ordenado que Hugo atravessasse a referida Avenida, sozinho, para que o mesmo fosse atropelado. O relato de Denilson informa que os milicianos, neste momento, teriam falado para Hugo ´ralar da favela´, ou seja, ir embora da favela. Douglas relatou que Hugo, mesmo muito machucado, ainda conseguiu atravessar todas as pistas da Avenida Brasil, tendo caído desmaiado em um posto de gasolina desativado, localizado próximo a passarela 12 da avenida. Os relatos de Denilson, Dener e Douglas são uníssonos no sentido de que receberam recados, dos supracitados milicianos, com ameaças do tipo: ´ JÁ FOI UM, E AGORA VAI UM POR UM DOS AMIGOS DELE´. Um morador da comunidade conhecida como Bria, identificado como Ubiratan Silva Gomes, utilizando seu veículo, promoveu o socorro a Hugo, encaminhando-o ao Hospital geral de Bonsucesso, onde ao dar entrada, veio a óbito. Note-se o nítido intento do grupo de milicianos locais em ceifar a vida de Hugo Miguel da Silva, pois diversos moradores da comunidade teriam tentado impedir as violentas agressões perpetradas contra Hugo e também prestarem socorro ao mesmo. Todavia, eram ameaçados pelo grupo. A motivação do crime ainda não foi esclarecida, no entanto há informação de que tudo teve inicio a partir do instante em que a vítima teria urinado em local inadequado ou e frente a mulher de um miliciano local. Por fim, destaque-se a informação extraídas dos depoimentos coletados de que todos os agressores citados são integrantes da MILICIA que domina, há aproximadamente 7 (sete) anos, as comunidades Roquete Pinto e Piscinão de Ramos, explorando a comunidade local através de cobrança de taxa de segurança do comercio, monopólio da venda de Botijão de gás e galão de agua, agiotagem e taxa de esgoto. Em pesquisas ao site de relacionamento Facebook foram localizados os perfins dos suspeitos MAPITE, BOMBA e 21 (VINTE E UM), às fls. 41, 42 e 43, onde aparecem, identificados, respectivamente como RENAN SILVA, SERGIO RIBEIRO e DANIEL SILVA, os quais, apesar de não qualificados, foram devidamente apontados pelas testemunhas como os indivíduos citados em seus depoimentos. Prosseguindo nas pesquisas no site de relacionamento Facebook, foi localizada a fotografia, as de fls. 40, 44 e 44v, do indivíduo identificado apenas pelo vulgo DIGO CAOLHA. Na fotografia de fl. 44, DIGO aparece ao laudo de DEIVID DA SILVA GONÇALVES, filho de LENILSON ROQUE GONÇALVES, vulgo BILIU. As fotografias de fls. 34/40 foram apresentadas a equipe policial por Gerson Miguel da Silva, pai da vítima, conforme consignado em seu depoimento de fls. 32/33. A analise do laudo de exame de necropsia indica lesões se arrasto e fratura de crânio, compatíveis com os relatos presentes nos depoimentos constantes nos autos. DOS RECONHECIMENTOS - Em sede policial, os nacionais LENILSON ROQUE GONÇALVES, vulgo BILIU , AL.EX BENTO DA SILVA SOUZA, vulgo NIQUE, JONATHAN ANSELMO MARQUES DOS SANTOS, vulgo NATHAN, GLAUBER SEABRA OLIVEIRA PEDRO, vulgo GLAUBÃO´, ROBERCI PEREZ GUILHERME, vulgo ROBECI, DEVID DA SILVA GONÇAVES, vulgo DEIVID, PAULO ROBERTO DA SILVA SOUZA, vulgo PAULINO GAIOLA, RENAN SILVA, vulgo MAPITE, DIGO CAOLHA, foram RECONECIDOS, em seus depoimentos, pelas testemunhas Douglas da Silva de Almeida, irmão da vítima (fls. 8 e 50/51), Denilson Domingues Fernandes, amigo da vítima (fls. 45/46) e Dener Gomes dos Santos (fls. 47/49). As fls. 26/31 constam diversos disque denúncia com informações relacionados a motivação do crime e sua autoria. A analise do apurado revela a presença do fumus comissi delicit e incidídios de autoria trazido aos autos, eis que houve clara violação aos bens jurídicos mais importantes tutelados pelo sistema penal brasileiro, com a incidência do crime hediondo de HOMICÍDOI QUALFIICADO, previsto no art. 121, § 2º, incisos I e IV, do C.P.B. (...). A materialidade estava comprovada antes os laudos de exame de.necropsia da vítima, no sentido de que sua morte decorreu de CONTUSÃO E HEMORRAGIA DO ENCÉFALO; TRAUMATISMO E FRATURAS DE CRÂNIO, produzidas por ação contundente. Todas as circunstâncias, analisadas em conjunto, constituem mais do que ´fundadas razões´ a ensejar a suspeita de que os investigados são autores da investida criminosa em apuração, uma vez que os depoimentos são harmônicos e guardam compatibilidade entre si. É necessário lembrar que a região onde ocorreu o crime é dominada por milicianos, havendo a imposição da leio do silêncio, cuja sanção e a morte do delator. (...) BUSCA E APREENSÃO, nos locais abaixo elencados, com base nas alíneas b, c, d, e, h, do § 1º do artigo 240 do Código de Processo Penal, pelos motivos de fatos expostos no relatório do inquérito policial e de direito que passa a expor: Endereços das diligências solicitadas: 1) Rua Nossa Senhora de Loudes, 17, Ramos, fl. 60; 2) Rute Sete, 30, Ramos - fl. 62; 3) Beco Concordia, 15, Ramos - fl. 63; 4) Rua Iriguri, 4, Ramos - fl.64; 5) Rua Gerson Ferreira, 148, Ramos, fl. 65; 6) Travessa Operaria forte, 17, Ramos - fl 66; 7) Rua São Carlos, 7, Praia de Ramos - fl. 68; 8) Late Clube da praia de Ramos, localizada a Rua Gerson Ferreira 05, Ramos; 9) Rua Gerson Ferreira, 28, 30 e 32, Ramos; 10) Rua Sete Riachos, 2081, Saquarema, fl. 60, 11) Qualquer local indicado como domicílio ou residência dos investigados por eventuais testemunhas identificadas no curso da diligência, ou informações fidedignas do local onde os mesmo possam ser localizados. O endereço apontado no item um foi extraído do banco de dados portal de segurança pública, CDL e a partir de informações de inteligência, apuradas através do setor de inteligência policial - SIP, da Divisão de Homicídios. No entanto, apesar da obtenção de tais informações, não há plena certeza do paradeiro dos investigados, razão pela qual o deferimento da medida nos termos propostos mostra-se imprescindível, na medida em que sua captura, robustecerá os elementos probatórios constantes nos autos. Outrossim, não se pretende com o deferimento da medida pleiteada uma carta branca para ingresso desmedido e irrazoável em qualquer residência, mas sim, uma autorização para encontro dos investigados, onde quer que estejam, sempre pautado em informações precisas e confiáveis, observados os direitos e garantias individuais de terceiros, coma a experiência dos diversos trabalhos já desenvolvidos pela equipe da Divisão de Homicídios.(...) sejam encontrados materiais relacionados a esta atividade ilícita, tais como boletos de cobrança de serviços explorados pelos mesmos, além de armas de fogo. (...)´. (Ipsis literis, com supressões decorrentes da síntese). Destaca-se a manifestação Ministerial (fls. 78/80): (...) Por todo o exposto, há suficientes indícios da participação dos indiciados nos fatos criminosos, e a decretação de suas PRISÕES TEMPORÁRIAS, no caso em epígrafe, trata-se de providência necessária para possibilitar as investigações policiais, já que a conduta dos investigados é altamente reprovável, afetando a própria estrutura social e a tranquilidade da comunidade, inclusive sendo certo que as testemunhas ouvidas sentem-se ameaçadas, por serem os indiciados conhecidos ´milicianos´ da região. (...) E na hipótese sub examen, visualiza o órgão ministerial a necessidade da outorga imediata da tutela cautelar solicitada, a indicar sua imprescindibilidade para as investigações policiais, a saber: para evita-se o potencial risco de que os investigados possam influir, negativamente, na colheita das provas - por haver, ainda, testemunhas a serem inquiridas e outras diligências a serem realizadas; a fim de que não paire dúvidas sobre a autoria dos fatos ora apurado, e, por fim para a identificação de outros possíveis co-autores do crime em tela. A segregação cautelar, como bem tracejado pela representação Ministerial, se mostra imprescindível. Ademais, há algumas diligências necessárias visando à ultimação das investigações policiais. Daí, incidir a necessidade de melhor apuração sobre os motivos dos delitos e o melhor retrato de sua exteriorização concreta na vida de relação, de modo a permitir, na medida do possível, a narrativa do fato com todas as suas circunstâncias. Ainda que na visão abstrata, já se mostra possível à presença de circunstâncias qualificadoras. Passo a analise da representação da busca e apreensão. A medida visa buscar e apreender armas de fogo, roupas utilizadas pelos investigados no dia do crime e qualquer elementos de convicção. A medida busca instruir autos da ação penal, cuja natureza da atividade persecutória é pública incondicionada. O uso proibido de arma constitui infração penal permanente, encontrando o requerimento amparo no art. 240, § 1º, ´d´, do Código de Processo Penal. A necessidade de expedição de mandado de busca e apreensão, como já alhures esclarecido, objetiva a apreensão da arma de fogo utilizada; materiais relacionados a atividade da milícia, tais como boletos de cobrança de serviços explorados pelos mesmos e qualquer elementos de convicção na prática do delito, relevante à instrução criminal, bem como outros elementos que possam contribuir com o esclarecimento dos fatos. Expeça-se mandado de busca e apreensão, ressaltando que deverá ser cumprido pela Autoridade Policial, devendo, inclusive o mandado constar todos os endereços do procedimento. Se mostra razoável dar caráter itinerante ao mandado em qualquer local indicado como domicílio ou residência dos investigados por eventuais testemunhas identificadas no curso da diligência, ou informações fidedignas do local onde os mesmos possam ser localizados. A representação é comungada pela visão homogênea do órgão Ministerial. Por tais fundamentos, DECRETO a prisão temporária de LENILSON ROQUE GONÇALVES, vulgo ´BILIU´, ALEX BENTO DA SILVA SOUZA, vulgo ´NIQUE´, JONATHAN ANSELMO MARQUES DOS SANTOS, vulgo ´NATHAN´, GLAUBER SEABRA OLIVEIRA PEDRO, vulgo ´GLAUBÃO´, ROBERCI PEREZ GUILHERME, vulgo ´ROBECI´, DEVID DA SILVA GONÇALVES, vulgo ´DEIVID´, PAULO ROBERTO DA SILVA SOUZA, vulgo ´PAULINHO GAIOLA´, RENAN SILVA, vulgo ´MAPITE´, SERGIO RIBEIRO, vulgo ´BOMBA´, DANIEL SILVA, vulgo ´21´ e RODRIGO, vulgo ´DIGO CAOLHA´, pelo prazo de 30 (trinta) dias. Expeça-se o título prisional, objetivando o imediato cumprimento. Baixem os autos objetivando o ultimar da inquisa.
Processos Judiciais
ORIGEM
PROCESSO
EXPEDIÇÃO
Comarca da Capital/3ª Vara Criminal
0238485-92.2014.8.19.0001
15/08/2014
1