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Garrafinha
Bruno Calvano Ramos Pereira
Nascimento:
19/02/1993
RG:
RG Nº. (I.F.P.) 249.104.886
Natural:
Rio de Janeiro - RJ
Situação:
Procurado
Crimes:
Tráfico de Drogas

1 - Tráfico de Drogas e Condutas Afins (Art. 33 - Lei 11.343/06); Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06); Corrupção de Menores - Eca (Lei 8.069/90 - Art. 244 B) N/F Concurso Material (Art. 69 - Cp)
Facção:
Comando Vermelho - CV
Função:
Contador/Contabilidade
Área de Atuação:
Morro do Camarista Méier - RJ
Histórico:
Bruno Calvano Ramos Pereira, o Garrafinha é ligado a facção Comando vermelho e faz parte do tráfico de drogas que age no Morro do Camarista Méier, no Engenho de Dentro, Zona Norte do Rio de Janeiro. Ele seria o contador do tráfico, ele tem a responsabilidade de anotar todas as vendas de drogas na localidade.

Em seu desfavor consta no Banco Nacional de Mandados de Prisão – CVNJ e Sistema de Cadastramento de Mandados de Prisão – Polinter – mandado de prisão, expedido pela 23ª Vara Criminal da capital, nº mandado 0474945-94.2014.8.19.0001.0015, datado em: 16/12/2014, com validade até: 12/12/2034, Inquérito Policial nº: 02604032/2014, pelo crime de Tráfico de Drogas e Condutas Afins (Art. 33 - Lei 11.343/06); Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06); Corrupção de Menores - Eca (Lei 8.069/90 - Art. 244 B) N/F Concurso Material (Art. 69 - Cp), Decisão: Pelo exposto, DECRETO A PRISÃO PREVENTIVA dos acusados atendendo assim ao requerido pelo órgão do Ministério Público, pelas razões acima mencionadas e com fundamento nos dispositivos processuais penais indicados. Expeçam-se os competentes Mandados de Prisão em desfavor dos acusados, observadas as formalidades legais.

Pelo Sistema de Cadastramento de Ocorrências Policiais: 26ª DP – 2014 – tráfico de drogas; 26ª DP – 2014 – Associação para trafico de drogas; 26ª DP – 2014 – Homicídio; 26ª DP – 2014 – Corrupção de menores; 26ª DP – 2014 – Trafico de drogas e 26ª DP – 2014 – Quadrilha ou bando.

Processo nº: 0474945-94.2014.8.19.0001
Tipo do Movimento: Decisão
Descrição: 1-Considerando o disposto no art. 396 do CPP, RECEBO A DENÚNCIA constante da peça exordial e determino a citação dos réus para responderem aos termos da Ação Penal e int-se para que se manifestem se possuem advogado ou se desejam ser patrocinados pela Defensoria Pública, no caso de não terem condições financeiras de constituir patrono, a fim de que sejam apresentadas suas Defesas Preliminares por escrito no prazo de 10 dias. Dê-se ciência ao MP. 2 - Atenda-se a cota ministerial de fl. 618. Venham fac¿s on line e caso não seja possível, expeça-se mba das mesmas. 3 - Com a juntada da Defesa Preliminar, dê-se vista ao MP. 4- Vistos etc. O Ministério Público requereu em sua promoção de fls. 618/9 a decretação da Prisão Preventiva dos acusados , alegando, em síntese, a necessidade de assegurar a aplicação da lei penal, por conveniência da instrução criminal e para garantia da ordem pública, pressupostos do art. 312 do Diploma Processual Penal. Considerando os elementos constantes dos autos e a gravidade dos delitos; Considerando que dos autos emergem provas da existência de crimes e indícios de autoria; Considerando estarem presentes o fumus boni iuris e o periculum in mora; Considerando os termos do parecer ministerial; Considerando as circunstâncias que autorizam a decretação da custódia preventiva com fulcro nos artigos 311/3 do CPP, para a conveniência da instrução criminal, evitando-se que os réus possam constranger as vítimas e dificultar a colheita de provas; para assegurar a aplicação da lei penal, uma vez não existir garantia à administração da Justiça, eis que os réus em liberdade poderão evadir-se, a fim de furtar-se ao cumprimento das penas que por ventura vier a ser-lhes aplicada, preservando-se a credibilidade da Justiça; bem como para garantia da ordem pública face a gravidade dos delitos aos mesmos imputados, em defesa da sociedade, a fim de se evitar a reiteração de delitos. Pelo exposto, DECRETO A PRISÃO PREVENTIVA dos acusados atendendo assim ao requerido pelo órgão do Ministério Público, pelas razões acima mencionadas e com fundamento nos dispositivos processuais penais indicados. Expeçam-se os competentes Mandados de Prisão em desfavor dos acusados, observadas as formalidades legais. Dê-se ciência ao MP. P. R. I.

(Atualizado em 26/03/2015)
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