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Vandrinho
Evandro Barreto da Silva
Recompensa:
R$ 1 Mil
Nascimento:
15/10/1984
RG:
RG Nº. (I.F.P.) 201.756.426
Natural:
Rio de Janeiro - RJ
Situação:
Procurado
Crimes:
Homicídio Quadrilha ou Bando Milícia

1 - Homicídio Simples (Art. 121, caput - CP); Crime Tentado; Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06) N/F Concurso Material (Art. 69 - Cp); Quadrilha ou Bando (Art. 288 - CP)
Facção:
Milícia da Chacrinha
Função:
Chefe da Milícia
Área de Atuação:
Praca Seca - Jacarepaguá - RJ
Histórico:
Evandro Barreto da Silva, o Vandrinho é ligado a uma milícia que na região da Praça Seca, em Jacarepaguá.

Com a prisão de Luiz Monteiro da Silva Doem em abril de 2013, um triunvirato assumiu seu lugar no controle da milícia nas comunidades: Luiz da Costa Coelho, Evandro Barreto da Silva, o Vandrinho, e Carlos Alberto Marques de Souza.

Os três, que já ocupavam cargos estratégicos na quadrilha, agora são os encarregados de administrar o ‘gatonet’, o transporte alternativo e a segurança privada — com valores de R$ 20 a R$ 50 por residência. Ao todo, a estimativa é de que a milícia da Praça Seca tenha 50 homens armados, inclusive com fuzis e escopetas.

Em setembro de 2013, acusado de ser o matador da quadrilha, Evandro Barreto da Silva, o Vandrinho, foi preso por agentes da Divisão de Homicídios (DH). Ele é o segundo homem na hierarquia da quadrilha comandada pelo ex-PM Luiz Monteiro Doem, e é investigado pela participação em quatro homicídios — mas há suspeita de que o número de mortes cometidas pelos paramilitares ultrapasse os 20 casos nos últimos cinco anos, em Jacarepaguá.

Pelo Banco Nacional de Mandados de Prisão – CNJ – e pelo Sistema de Cadastramento de Mandados de Prisão – Polinter – consta mandado de prisão, expedido pela 4ª Vara Criminal da Capital, mandado de prisão nº: 35605-14.2014.8.19.0001.0007, datado em: 06/02/2014, com validade até: 06/02/2034, Assunto: Homicídio Simples (Art. 121, caput - CP); Crime Tentado; Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06) N/F Concurso Material (Art. 69 - Cp); Quadrilha ou Bando (Art. 288 - CP), Inquérito Policial nº: 02806604/2013.

Pelo Sistema de Identificação Criminal, constam uma anotação: 28ª DP – 09/11/13 - Homicídio Simples. Associação para o Tráfico de drogas – 4ª Vara Criminal da Capital e DH – 26/07/2013 – artigo 121 do CP .

Pelo Sistema de Identificação Penitenciária, o procurado já teve passagem pelo sistema carcerário. Ele ingressou em 01/10/2013, indo para Cadeia Pública Juíza Patrícia Acioli – SEAPJP – saindo em liberdade em 29/10/2013.

Pelo Sistema de Cadastramento de Ocorrências Policiais: 28ª DP – 2013 – Quadrilha ou Bando; 28ª DP – 2013 – Quadrilha ou Bando; 28ª DP – 2013 – Disparo de arma de fogo; 28ª DP – Associação para o tráfico de drogas; 28ª DP – 2013 – Homicídio e 28ª DP – 2013 – Posse ou Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Restrito.

MANDADO DE PRISÃO:


Processo nº: 0035605-14.2014.8.19.0001
Tipo do Movimento: Decisão
Descrição: Recebo a denúncia. Defiro a cota ministerial. Citem-se os acusados para responderem a acusação, no prazo de 10 (dez) dias. No tocante ao pedido de prisão preventiva, formulado pelo órgão do Ministério Público, ao ensejo do oferecimento da denúncia, secundando representação da autoridade policial no mesmo sentido, em que argumenta com a presença do pressuposto atinente à garantia da ordem pública tenho que lhe assiste razão. O exame dos autos revela que os acusados, que tiveram neste ato recebida a denúncia contra eles formulada, os três primeiros, por uma tentativa de homicídio, combinado com o crime de tráfico de drogas, e os demais, pelo crime de quadrilha, são apontados como elementos com personalidade voltada ao crime, consoante se afere dos depoimentos prestados em sede policial e dos documentos colecionados nos autos, os quais os apontam, os três primeiros, como integrantes do movimento do tráfico de entorpecentes e os demais como integrantes de uma milícia, grupos dados a práticas ilícitas extremamente graves, circunstâncias que estão a recomendar a adoção da cautela, como alternativa para o resguardo da ordem pública. Disso se dessume que também a instrução criminal estará em risco, se solto estiverem os denunciados, em razão do fundado temor que estão aptos a infundir no ânimo das possíveis testemunhas que residem no local do conflito, uma vez que são apontados como integrantes do movimento do tráfico e de grupo de milicianos, conforme acima descrito, que disputam aquela área, localizada em Praça Seca, nesta cidade, e, que como é de sabença geral, provocam terror nas áreas por eles dominadas, fazendo-se necessária a adoção da medida extrema como forma de garantir a escorreita apuração dos fatos. No tocante ao pressuposto relativo à garantia da futura aplicação da lei penal, afigura-se-me bem demonstrado, haja vista a notícia nos autos de que permanece ignorado o rumo tomado pelos acusados, circunstâncias que apontam para o risco de que eles venham a foragir-se. Ora, a remanescerem eles soltos, estar-se-á inviabilizando o prosseguimento do feito, a impor sua suspensão ante a impossibilidade de suas citações pessoais, apresentando-se mais do que provável suas intenções de se furtarem indefinidamente à aplicação da lei penal, pelo que a decretação da cautela também por tal fundamento é medida que se impõe. Assim é que, presentes indícios abundantes da autoria, em que pese se tratar a prisão de medida excepcional na ordem constitucional, a qual somente se justifica para acautelar interesses que se sobrepõem ao ius libertatis do indivíduo, as circunstâncias que norteiam a apuração do fato estão a recomendar a adoção da medida de cautela, pelo que DECRETO A PRISÃO PREVENTIVA dos nacionais Evandro Barreto da Silva, , o que faço com fulcro nos arts. 311, 312 e 313, do CPP, para garantia da ordem pública, para conveniência da instrução criminal e para garantia da futura aplicação da lei penal, desde que se me apresentam fortes as demonstrações de que tal medida surge absolutamente imprescindível para resguardar os meios e os fins da presente ação penal. Expeçam-se os Mandados de Prisão respectivos com o prazo máximo de vinte (20) anos para os seus cumprimentos, bem como as comunicações devidas. P. R. I.


(Atualizado em 01/04/2014)
Processos Judiciais
ORIGEM
PROCESSO
EXPEDIÇÃO
Comarca da Capital/4ª Vara Criminal
0035605-14.2014.8.19.0001
06/02/2014 - CPB 121
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