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Carlos Terror
Carlos Alberto Marques de Souza
Recompensa:
R$ 1 Mil
Nascimento:
14/04/1971
RG:
RG Nº. (I.F.P.) 093.767.861
Natural:
Rio de Janeiro - RJ
Situação:
Procurado
Crimes:
Homicídio Quadrilha ou Bando Milícia

1 - Homicídio Simples (Art. 121, caput - CP); Crime Tentado; Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06) N/F Concurso Material (Art. 69 - Cp); Quadrilha ou Bando (Art. 288 - CP)
Facção:
Milícia da Chacrinha
Função:
Chefe da Milícia
Área de Atuação:
Praca Seca - Jacarepaguá - RJ
Histórico:
Carlos Alberto Marques de Souza, o Carlos Terror ou Terror é ligado a uma milícia que na região da Praça Seca, em Jacarepaguá.

Com a prisão de Luiz Monteiro da Silva Doem em abril de 2013, um triunvirato assumiu seu lugar no controle da milícia nas comunidades: Luiz da Costa Coelho, Evandro Barreto da Silva, o Vandrinho, e Carlos Alberto Marques de Souza.
Os três, que já ocupavam cargos estratégicos na quadrilha, agora são os encarregados de administrar o ‘gatonet’, o transporte alternativo e a segurança privada — com valores de R$ 20 a R$ 50 por residência. Ao todo, a estimativa é de que a milícia da Praça Seca tenha 50 homens armados, inclusive com fuzis e escopetas.

Pelo Banco Nacional de Mandados de Prisão – CNJ – e pelo Sistema de Cadastramento de Mandados de Prisão – Polinter – consta mandado de prisão, expedido pela 4ª Vara Criminal da Capital, mandado de prisão nº: 35605-14.2014.8.19.0001.0007, datado em: 06/02/2014, com validade até: 06/02/2034, Assunto: Homicídio Simples (Art. 121, caput - CP); Crime Tentado; Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06) N/F Concurso Material (Art. 69 - Cp); Quadrilha ou Bando (Art. 288 - CP), Inquérito Policial nº: 02806604/2013.

Pelo Sistema de Identificação Criminal, constam cinco anotações: 27ª DP – 30/12 – artigo 180 – absolvido – 12ª Vara Criminal da Capital; 18ª DP – 18/07/2005 – artigo 157, § 2º I e II do CP – condenado a 5 anos e 7 meses e 15 dias - , extinta a punibilidade – 17ª Vara Criminal da Capital; 18ª DP – 18/07/2005 – extinta a punibilidade – 17ª Vara Criminal da capital; DH – 26/07/2013 Artigo 121 do CP e 28ª DP – 09/11/2013 – Homicídio Simples – Aguardando 4ª Vara Criminal da Capital.

Pelo Sistema de Identificação Penitenciária, consta que o procurado, já teve passagem pelo sistema carcerário: Ele ingressou em 12/05/2006 – Presídio Ary Franco – SEAPAF – Até 2007, ocorreram três transferências internas. Em 31/03/2008, saiu em liberdade do presídio Ary Franco.

Pelo Sistema de Cadastramento de Ocorrências Policiais: 18ª DP – 2005 – Roubo a Estabelecimento Comercial; 28ª DP – 2013 – Disparo de Arma de Fogo; 28ª DP – 2013 – Quadrilha ou bando; 18ª DP – 2005 – D=Uso de Documento Falso; 28ª DP – 2013 – Associação tráfico de drogas; 28ª DP – Homicídio/tentativa.



MANDADO DE PRISÃO:


Processo nº: 0035605-14.2014.8.19.0001
Tipo do Movimento: Decisão
Descrição: Recebo a denúncia. Defiro a cota ministerial. Citem-se os acusados para responderem a acusação, no prazo de 10 (dez) dias. No tocante ao pedido de prisão preventiva, formulado pelo órgão do Ministério Público, ao ensejo do oferecimento da denúncia, secundando representação da autoridade policial no mesmo sentido, em que argumenta com a presença do pressuposto atinente à garantia da ordem pública tenho que lhe assiste razão. O exame dos autos revela que os acusados, que tiveram neste ato recebida a denúncia contra eles formulada, os três primeiros, por uma tentativa de homicídio, combinado com o crime de tráfico de drogas, e os demais, pelo crime de quadrilha, são apontados como elementos com personalidade voltada ao crime, consoante se afere dos depoimentos prestados em sede policial e dos documentos colecionados nos autos, os quais os apontam, os três primeiros, como integrantes do movimento do tráfico de entorpecentes e os demais como integrantes de uma milícia, grupos dados a práticas ilícitas extremamente graves, circunstâncias que estão a recomendar a adoção da cautela, como alternativa para o resguardo da ordem pública. Disso se dessume que também a instrução criminal estará em risco, se solto estiverem os denunciados, em razão do fundado temor que estão aptos a infundir no ânimo das possíveis testemunhas que residem no local do conflito, uma vez que são apontados como integrantes do movimento do tráfico e de grupo de milicianos, conforme acima descrito, que disputam aquela área, localizada em Praça Seca, nesta cidade, e, que como é de sabença geral, provocam terror nas áreas por eles dominadas, fazendo-se necessária a adoção da medida extrema como forma de garantir a escorreita apuração dos fatos. No tocante ao pressuposto relativo à garantia da futura aplicação da lei penal, afigura-se-me bem demonstrado, haja vista a notícia nos autos de que permanece ignorado o rumo tomado pelos acusados, circunstâncias que apontam para o risco de que eles venham a foragir-se. Ora, a remanescerem eles soltos, estar-se-á inviabilizando o prosseguimento do feito, a impor sua suspensão ante a impossibilidade de suas citações pessoais, apresentando-se mais do que provável suas intenções de se furtarem indefinidamente à aplicação da lei penal, pelo que a decretação da cautela também por tal fundamento é medida que se impõe. Assim é que, presentes indícios abundantes da autoria, em que pese se tratar a prisão de medida excepcional na ordem constitucional, a qual somente se justifica para acautelar interesses que se sobrepõem ao ius libertatis do indivíduo, as circunstâncias que norteiam a apuração do fato estão a recomendar a adoção da medida de cautela, pelo que DECRETO A PRISÃO PREVENTIVA dos nacionais IURI RODRIGUES FERREIRA, , o que faço com fulcro nos arts. 311, 312 e 313, do CPP, para garantia da ordem pública, para conveniência da instrução criminal e para garantia da futura aplicação da lei penal, desde que se me apresentam fortes as demonstrações de que tal medida surge absolutamente imprescindível para resguardar os meios e os fins da presente ação penal. Expeçam-se os Mandados de Prisão respectivos com o prazo máximo de vinte (20) anos para os seus cumprimentos, bem como as comunicações devidas. P. R. I.


(Atualizada em 01/04/2014)
Processos Judiciais
ORIGEM
PROCESSO
EXPEDIÇÃO
Comarca da Capital/4ª Vara Criminal
0035605-14.2014.8.19.0001
06/02/2014 - CPB 121
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