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Diná Terror
Douglas Donato Pereira
Nascimento:
16/05/1991
RG:
RG Nº. (I.F.P.) 264.352.725
Natural:
Município não informado - RJ
Situação:
Morto
Crimes:
MORTO


Homicídio

1 - Homicídio Qualificado (Art. 121, § 2º - CP), incisos II e IV

2 - Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06); Crimes de Tortura (Art. 1º - Lei 9.455/97)

3 - Roubo Majorado (Art. 157, § 2º - CP), inciso I, II e V, duas vezes, n/f art. 70 do CP
Facção:
Comando Vermelho - CV
Função:
Integrante do Tráfico de Drogas
Área de Atuação:
Morro do Faz Quem Quer - Rocha Miranda - RJ
Histórico:
Operação realizada pela CORE =- 07/03/2016

Policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), sob coordenação do delegado de Polícia Fabrício Oliveira, capturaram, na manhã desta segunda-feira, Douglas Donato Pereira, conhecido como Diná Terror, apontado como um dos traficantes mais violentos do Rio de Janeiro. O criminoso foi baleado e, em seu poder, foi apreendida uma pistola Glock, calibre 9mm, com kit rajada.

De acordo com as informações, a ação ocorreu na Rua Apeíba, um dos acessos ao Morro Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, onde Douglas estava escondido. Ele resistiu à prisão e, após trocar tiros com a equipe da CORE, foi baleado e socorrido para Hospital de Acari, mas não resistiu aos ferimentos.

Diná Terror era procurado por diversos homicídios além de outros crimes, tendo cerca de 10 mandados de prisão. O criminoso era apontado como chefe do tráfico em diversos morros dominados pela maior facção criminosa do Rio.

Douglas tambem é apontado como autor do crime de tortura seguido de morte de Rayssa Christine Machado de Carvalho Sarou, de 18 anos, que foi filmada enquanto era torturada por traficantes da Favela Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio, na madrugada do dia 20 de setembro do ano passado, e que circulou nas redes sociais.

O preso ainda era procurado pelo homicídio da jovem Raianne Dantas de Jesus, de 19 anos, crime praticado na Rua Tucupi, em Rocha Miranda, com mais de vinte tiros. Raianne foi alvo de vingança de traficantes do morro Faz Quem Quer.

A jovem era namorada do traficante Leonardo da Costa, conhecido como Léo 22, que abandonou a comunidade levando armas e drogas para o Complexo da Maré.

Diná terror é suspeito de integrar o bando que praticou um latrocínio no CEASA ,em agosto de 2015, vitimando duas pessoas.


Histórico:

Douglas Donato Pereira, o Diná ou Dinárrara é procurado pelo crime contido no artigo 121 do Código Penal, e pelo crime de tortura seguido de morte de da Rayssa Christine Machado de Carvalho Sarpi, a jovem de 18 anos, que foi filmada enquanto era torturada por traficantes da favela Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio, na madrugada do dia 20/09, e que circulou em todas as redes sociais. O espancamento teria ocorrido por ela ter tido um possível relacionamento com um policial militar. Ele é ligado a facção Comando Vermelho e faz parte do tráfico de drogas que no age no Morro do faz Quem Quer, em Rocha Miranda, Zona Norte do Rio de Janeiro.


As imagens foram registradas na durante um baile funk no morro A gravação mostra a jovem seminua, com hematomas e feridas abertas por todo o corpo, tendo seu cabelo raspado com uma tesoura e uma lâmina de barbear. No vídeo com cerca de três minutos, a vitima estava sentada e, com o corpo todo ensanguentado, enquanto um homem raspava sua cabeça. Em frente à vítima, outro homem a ameaça com um facão e explica a causa da tortura: "Pensou nisso quando fez a fofoquinha?". A jovem chora e, em alguns momentos, pede o fim da tortura. "Não tô aguentando mais. Calma, para", suplica ela. Eles também chegaram a cortar o couro cabeludo da jovem para escrever a sigla de uma facção que domina a localidade.


Em outubro de 2012, A Polícia Militar encontrou o corpo de Raianne Dantas de Jesus, de 19 anos, na rua Tucupi, em Rocha Miranda, zona norte do Rio. De acordo com o serviço reservado da PM, ela tinha diversas marcas de tiro no rosto, tórax e abdome. O assassino da jovem foi identificado como sendo Douglas Donato Pereira, que é um dos atiradores da facção que domina a localidade.

Raianne foi alvo de vingança de traficantes do morro Faz Quem Quer. A jovem era namorada de um criminoso que abandonou a comunidade levando armas e drogas para o Complexo da Maré, também na zona norte. Ele seria o traficante Leonardo da Costa, conhecido como Léo 22.
Ela foi retirada à força de casa por homens armados e que a mãe dela seguiu os assassinos até ser barrada por eles em certo ponto da comunidade, já próximo ao local onde Raianne foi assassinada.

A jovem teria recebido cerca de 20 tiros, a maioria no rosto. Segundo um policial, a vítima apresentava sinais de tortura e teve alguns ossos quebrados.

Pelo Banco Nacional de Mandados de Prisão – CNJ – e pelo Sistema de Cadastramento de Mandados de Prisão – Polinter – consta mandado de prisão, expedido pela 1ª Vara Criminal da Capital, mandado de prisão nº: 44620-07.2014.8.19.0001.0001, datado em: 07/02/2014, com validade até: 60/04/2014; Assunto: Homicídio Qualificado; Inquérito Policial nº: 90101093/2013; Síntese da Decisão: Art. 1º I e III a, da Lei nº 7.960/89 c/c Art. 2º § 3º da Lei nº 8.072/90 decreto a PRISÃO TEMPORÁRIA do indiciado DOUGLAS DONATO PEREIRA, vulgo "Dina" ou "Dinarrara", devidamente qualificado nos autos, por 30 (trinta) dias.

Mandado de Prisão:

Processo nº: 0044620-07.2014.8.19.0001
Tipo do Movimento: Decisão
A Autoridade Policial da Divisão de Homicídios representa pela prisão temporária de Douglas Donato Pereira, vulgo ´Dina´ ou ´Dinarrara´, entendendo presentes os requisitos exigidos pela Lei nº 7.960/89 (fls. 104/106). O Ministério Público manifestou-se a fls. 109/110 corroborando o pedido de prisão temporária do indiciado formulado pela Autoridade Policial. É o breve relatório. EXAMINADOS, DECIDO: Observa-se que encontram-se presentes os requisitos para a decretação da prisão temporária do indiciado. Há fundadas razões, de acordo com os elementos indiciários constantes do inquérito policial, de que o indiciado Douglas participou do homicídio de Raiane Dantas de Jesus, ocorrido em 30/10/2012. Com efeito, a Autoridade Policial esclarece que a vítima foi arrebatada em sua residência por quatro elementos encapuzados, um dos quais foi identificado como Luciano Guimarães Moreira, vulgo ´Chiba´, denunciado nos autos do processo 0005378-95.2013.8.19.0001, sendo que Douglas também teria sido identificado pela testemunha Fábio Henrique Dantas de Jesus como um dos executores da vítima. Ademais, observa-se que a decretação da prisão temporária do indiciado apresenta-se imprescindível para a conclusão das investigações, pois permitirá a realização das diligências ainda pendentes, dentre as quais seu reconhecimento formal e a completa identificação dos demais elementos envolvidos na empreitada criminosa. Outrossim, impõe-se ressaltar que a prisão temporária do indiciado também se apresenta necessária para impedir que novos fatos criminosos voltem a ocorrer, diante da intensa periculosidade demonstrada pelo indiciado, que é apontado como participante do tráfico de entorpecentes e, ainda, teria praticado um crime extremamente brutal, com características de uma execução sumária, pois a vítima foi morta com diversos disparos de arma de fogo. Destarte, não há dúvida de que a prisão temporária do indiciado também trará a segurança necessária para que as testemunhas dos fatos procurem a Autoridade Policial para prestarem esclarecimentos, uma vez que é notório o temor que os traficantes exercem sobre os moradores das localidades onde exercem suas atividades criminosas. Isto posto, com fundamento no Art. 1º I e III a, da Lei nº 7.960/89 c/c Art. 2º § 3º da Lei nº 8.072/90 decreto a PRISÃO TEMPORÁRIA do indiciado DOUGLAS DONATO PEREIRA, vulgo ´Dina´ ou ´Dinarrara´, devidamente qualificado nos autos, por 30 (trinta) dias, observadas as demais determinações da legislação pertinente. Expeça-se o respectivo mandado em 02 (duas) vias, com prazo de validade de 60 (sessenta) dias, servindo uma das cópias como nota de culpa (Art. 2º § 4º da Lei 7960/89). Após, devolva-se o inquérito à Autoridade Policial para prosseguimento, ultimando-se as diligências ainda pendentes com a maior brevidade possível. Dê-se ciência pessoal ao Ministério Público.

(Atualizado em 12/11/2014)
Processos Judiciais
ORIGEM
PROCESSO
EXPEDIÇÃO
Regional de Madureira/2ª Vara Criminal
0012291-18.2014.8.19.0202
08/05/2014 - CPB 157
Regional de Madureira/2ª Vara Criminal
0012291-18.2014.8.19.0202
14/07/20147 - CPB 157
Regional de Madureira/2ª Vara Criminal
0012291-18.2014.8.19.0202
14/07/2014 - CPB 157
Regional de Madureira/2ª Vara Criminal
0030149-62.2014.8.19.0202
24/10/2014 - Lei 11343/06
Comarca da Capital/1ª Vara Criminal
0044620-07.2014.8.19.0001
07/02/2014 - CPB 121
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