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Bruna Rayala
Maxwell de Araújo Cardozo
Nascimento:
06/09/1990
RG:
RG Nº. (I.F.P.) 242.941.292
Natural:
Camamu - BA
Situação:
Capturado
Crimes:
WhatsApp

Capturado

Roubo Assalto a Mão Armada

1 - Roubo Majorado (Art. 157, § 2º - CP), incisos I e II e paragrafo 3º, primeira parte do Código Penal.
Função:
Assaltante
Área de Atuação:
Largo da Lapa e Mém de Sá - Centro - RJ
Histórico:
Prisão realizada por DRFC - 20/02/2014

Através de informações passadas pelo WhastApp do Portal dos Procurados (21) 96802-1650, policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas- DRFC, prenderam no início desta tarde dia 20/02, Maxwell de Araújo Cardoso, conhecido como Bruna Rayalla. Ele fazia parte do Portal dos Procurados.

Ele foi preso na Favela de Manguinhos, em um apartamento que fica localizado nas proximidades da Escola Luiz Carlos da Vila.

Bruna Rayalla fazia parte de quadrilha que atacava, sobretudo, homens, às quintas, sextas e sábados depois de 23h. Sempre nas proximidades dos Arcos da Lapa, nos arredores da Rua do Riachuelo.

A ocorrência está sendo registrada na DRFC (Cidade da Polícia).

Ajude a Polícia do Rio a combater o crime. Ligue WhatsApp (21) 96802-1650 do Portal dos Procurados e denuncie, o anonimato é garantido.


Histórico:

Maxwell de Araújo Cardozo, a Bruna Rayalla faz parte de grupo de 13 travestis, que estão roubando os transeuntes nas imediações do Largo da Lapa, Rua do Riachuelo e Rua Mém de Sá, no Centro do Rio de Janeiro.

Segundo o Setor de Investigação da 5ª DP, o grupo ataca, sobretudo, homens, às quintas, sextas e sábados depois de 23h.

Foi neste trecho que um casal mineiro foi abordado pelos criminosos (travestis). Às 23h30 do dia 25 de outubro, um dentista, de 40 anos, e uma professora, de 30, caminhavam, em frente ao Circo Voador, quando os travestis abraçaram o rapaz. De repente, o imobilizaram. Em depoimento, os turistas contaram que, em segundos, tiveram celulares e dinheiro roubados. Em outro caso um rapaz depois de ser roubado, teve várias partes do corpo, cortadas por um estilete.

Pelo Sistema de Cadastramento de Mandados de Prisão – Polinter – e Banco Nacional de Mandados de Prisão – CNJ – constam três mandados de prisão, expedidos pelas seguintes Varas Criminais: 23ª Vara Criminal da Capital; mandado de prisão nº: 379199-39.2013.8.19.0001.0003, datado em: 13/11/2013, com validade até: 12/11/2033, Assunto: Pedido de Prisão Temporária/Roubo; Inquérito Policial nº: 0051065/2013; Síntese da Decisão: DECRETO A PRISÃO TEMPORÁRIA dos indiciados Henrique Miranda de Souza, travesti conhecido como "Milena" ou "Lorena Marine", travesti conhecido como "Nicolly Frazão" e travesti conhecido como "Bruna Rayalla", pelo prazo de 05 (cinco) dias, em consonância com o disposto no artigo 1º incisos I e III, alínea 'c' da Lei nº 7.960/89. Expeçam-se imediatamente os competentes mandados de prisão, observadas as formalidades legais; 39ª Vara Criminal da Capital – (2X) – mandado de prisão nº: 385468-94.2013.8.19.0001.0003, datado em: 08/11/2013, com validade ate: 05/10/2033 e 19/11/2013, com validade até: 19/11/2033, Assunto: Roubo Majorado (Art. 157, § 2º - CP), incisos I e II e paragrafo 3º, primeira parte do Código Penal; Inquérito Policial nº: 00510296/2013; Síntese da Decisão: Em decisão proferida no processo supra mencionado, em 07/11/2013, foi decretada a PRISÃO TEMPORÁRIA do indiciado acima qualificado, pelo prazo de 05 (cinco) dias.

Pelo Sistema de Identificação Criminal, constam duas anotações: 5ª DP – 08/11/2012 – artigo § 4º inciso IV do CP. Aguardando – 19ª Vara Criminal da Capital e 5ª DP – 29/10/2013 – Roubo majorado – artigo 157 , incisos I e II paragrafo 3º, 1ª parte do CP – aguardando – 39ª Criminal da Capital.

Pelo Sistema de Identificação Penitenciária, consta que o procurado, já teve passagem pelo sistema carcerário. Ele ingressou em 08/11/2012 – Penitenciária Alfredo Tranjan – SEAPAT – sendo transferido em 09/11/2012, para o Presídio João Carlos da Silva – SEAPCJS – saindo em liberdade em 132/11/2012.

Pelo Sistema de Cadastramento de Ocorrências Policiais: 5ª DP – 2013 – Roubo a Transeunte; 5ª DP – 2012 – Furto de Telefone Celular; 5ª DP – 2013 – Roubo e 5ª DP – 2013 – Roubo a Transeunte.
MANDADO DE PRISÃO:

Processo nº: 0385468-94.2013.8.19.0001
Tipo do Movimento: Decisão
Descrição: Autue-se. A denúncia preenche os requisitos previstos no art. 41 do Código de Processo Penal. Os fatos delituosos narrados na peça vestibular têm adequação à classificação delitiva lá constante. A peça exordial veio instruída com os autos de inquérito policial, cujo teor demonstra a existência de indícios de autoria e prova de materialidade delitiva. Presente, portanto, a justa causa para oferecimento da denúncia. Não vislumbro, no caso em tela, nenhuma das hipóteses previstas no art. 395 do Código de Processo Penal. Sendo assim, RECEBO a denúncia. Citem-se os réus para que apresentem resposta à acusação, na forma do art. 396 do Código de Processo Penal, no prazo de 10 (dez) dias. No que tange ao requerimento de decretação da prisão preventiva dos acusados, formulado pelo Parquet à(s) fl(s). 127, passo a me pronunciar a seguir. Impõe-se, no caso em tela, a decretação da prisão preventiva dos réus. Imputa-se aos acusados a prática do(s) delito(s) capitulados no(s) artigo(s) 157, §1º, §2º, incisos I e II, e §3º, primeira parte, do Código Penal, que é (são) crime(s) grave(s). Compulsando os autos, verifico haver prova da existência do crime e indícios suficientes de que os acusados sejam os autores da infração penal, principalmente pelas declarações das testemunhas (fls. 7/7v., 8/8v. e 9/9v.), da vítima Felipe Miguel Rosa Souza às fls. 11/11v. e pelo auto de reconhecimento de pessoa de fls. 12, 18 e 26. O fumus boni iuris e o periculum in mora encontram-se devidamente presentes neste feito e fazem demonstrar que a decretação da prisão preventiva é absolutamente necessária. Além disso, estão presentes 3 (três) das hipóteses, previstas no art. 312 do Código de Processo Penal, que autorizam a decretação da prisão preventiva, quais sejam: a conveniência da instrução criminal, a garantia da ordem pública e o asseguramento da aplicação da lei penal. A primeira hipótese (conveniência da instrução criminal) se encontra presente em virtude de os acusados, em liberdade, poderem ameaçar a vítima Felipe Miguel Rosa Souza e as testemunhas, comprometendo, assim, a colheita da prova, sendo certo que tal possibilidade se verifica pela periculosidade dos réus, evidenciada pelo(s) crime(s) que lhe(s) é(são) imputados. Transcrevo o entendimento de Guilherme de Souza Nucci, no livro Código de Processo Penal Comentado, Editora Revista dos Tribunais, 8ª Edição, pag. 623, onde o mesmo diz: ´19. Ameaça a testemunha: é indiscutível que a ameaça formulada pelo réu ou por pessoa a ele ligada pode desencadear a decretação da prisão preventiva, tendo em vista que a instrução criminal pode ser seriamente abalada pela coerção. Se as testemunhas não tiverem ampla liberdade de depor, narrando o que efetivamente sabem e compondo o quadro da verdade real, não se está assegurando a conveniente instrução criminal, motivo pelo qual a prisão preventiva tem cabimento.´ A segunda hipótese (garantia da ordem pública) se faz presente, pois, em liberdade, caso os réus tenham cometido o(s) crime(s) que lhes é(são) imputado(s), certamente encontrarão o mesmo estímulo para a prática de outros delitos semelhantes. Outrossim, suas periculosidades, já evidenciadas anteriormente, põem em risco a ordem pública, devendo, por conseguinte, se resguardar o meio social. Por fim, não se pode deixar de destacar que a prisão preventiva dos réus há de ser decretada para asseguramento de eventual aplicação da lei penal, haja vista inexistir nos autos qualquer comprovante de residência nem de emprego fixo dos réus, o que evidencia que os mesmos, na hipótese de condenação, mais facilmente poderão se furtar à aplicação da lei penal. Diante do exposto, decreto a prisão preventiva dos réus MAXWELL ARAÚJO CARDOSO, HENRIQUE MIRANDA DE SOUZA (preso) e RAFAEL DE SOUSA OLIVEIRA. Expeçam-se os competentes Mandados de Prisão em desfavor dos réus, os quais deverão ser expedidos na forma da Resolução nº 137/2011, devendo constar a data presumida para cumprimento de acordo com a prescrição em abstrato, ou seja, a data de 19/11/2033. Intime-se o Ministério Público. Intime(m)-se o(s) advogado(s) do(s) réu(s) caso já haja causídico(s) constituído(s) nos autos. Caso o(s) réu(s) ainda não tenha(m) advogado(s), intime-se a Defensoria Pública. Oferecida(s) a(s) resposta(s) à acusação ou transcorrido in albis o prazo para apresentação da(s) resposta(s) à acusação, voltem os autos conclusos.

(Atualizado em 04/12/2013)
Processos Judiciais
ORIGEM
PROCESSO
EXPEDIÇÃO
Comarca da Capital/39ª Vara Criminal
0385468-94.2013.8.19.0001
08/11/2013
Comarca da Capital/39ª Vara Criminal
0385468-94.2013.8.19.0001
08/11/2013
Comarca da Capital/23ª Vara Criminal
0379199-39.2013.8.19.0001
13/11/2013 - CPB 157
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