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Dinho
Jorge Porfírio de Sousa
Nascimento:
23/04/1979
RG:
nº - 109976522 - IFP
Natural:
Rio de Janeiro - RJ
Situação:
Morto
Crimes:
Morto

Evadido do Sistema Penitenciário

Tráfico de Drogas

Sequestro
Facção:
Terceiro Comando Puro
Função:
Chefe do Tráfico
Área de Atuação:
Morro da Serrinha - Madureira
Histórico:
Dinho teria sido morto por aliados de sua própria facção.
Segundo informações seu corpo teria sido encontrado dentro de veículo em uma rua da Piedade.


Um dos líderes do tráfico de drogas do Morro da Serrinha em Madureira, zona norte do Rio de Janeiro, Jorge Porfírio de Sousa, vulgo “Dinho”, conduz as suas ações com mão-de-ferro. Por ordem de “Dinho”, traficantes estariam exigindo pedágio semanal de R$ 3 mil de cada linha de transporte alternativo que trafega pela principal avenida do bairro, a Ministro Edgar Romero.

Os criminosos também exigem R$ 5 mil de ‘luvas’ (taxa pela ‘assinatura do contrato’). A ordem, segundo representantes das cinco cooperativas que circulam na região, partiu de Sérgio Porfírio de Souza, o Neco, 29 anos, irmão de “Dinho” e apontado como chefe de parte da comunidade.

Em 2009, as ordens eram exigir o pagamento da ‘taxa de circulação’. Depois disso seis vans de linhas diferentes já foram seqüestradas e levadas para o interior da favela. Uma delas, que faz o trajeto Cascadura-Vila Cruzeiro, foi incendiada pelos traficantes. O Morro da Serrinha, virou um reduto e abrigo de vários traficantes do TCP, e desde que redutos do Comando Vermelho foram ocupados por Unidades de Policia Pacificadora – UPP – traficantes do CV, tentam tomar o Morro da Serrinha, do Terceiro Comando Puro (TCP), justamente para abrigar traficantes vindos dos morros e favelas pacificadas.

A mais recente briga pelo domínio do tráfico de drogas, foi a de cortar a cabeça do traficante conhecido como Parazão e jogá-la na rua para toda a população da localidade ver. A guerra pelo controle local foi iniciada em setembro de 2009, depois que Parazão, ex-braço-direito do chefão da Serrinha, Jorge Porfírio de Sousa, o Dinho, fugiu para a Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha.

Lá, passou a ser financiado por Luiz Claudio Serrat Corrêa, o CL,(preso) e deu início às invasões feitas pelo Comando Vermelho (CV). Na noite de 3 de novembro de 2009, Dinho conseguiu capturar Parazão numa casa próxima à mata da localidade conhecida como Dendezinho. Após decapitarem o rival, os bandidos passaram a exibir a cabeça como um troféu e posaram para fotos. Uma das fotos foi enviada para o celular do próprio Claudinho CL. Nela, Marcelo Silva Batista, o Lerdinho, número 2 da Serrinha, segura a cabeça de Parazão e exibe um fuzil encontrado com ele. Lerdinho, porém, é o bandido mais temido da comunidade. Inclusive pelos rivais do morro em frente, o Cajueiro, dominado pelo CV.

O rompimento ocorreu porque Parazão teria roubado o antigo comparsa e mudado de lado. Após a encomenda de dez fuzis que haviam sido roubados em São Paulo, Parazão teria pego o dinheiro da compra das armas, roubado outros fuzis e trocado o Terceiro Comando Puro (TCP) pelo Comando Vermelho (CV). Recentemente, mais de 500 kg de maconha apreendidos em Vaz Lobo, na zona norte do Rio de Janeiro, tinham "selo de qualidade". Os tabletes eram padronizados e tinham como marcação a foto do cantor Bob Marley. Segundo a polícia, a quantidade equivale a um prejuízo de mais de R$ 500 mil para o tráfico da comunidade da Serrinha.

Dinho da Serrinha como também é conhecido possui quatro anotações criminais por: Delegacia Anti-Seqüestro – artigo 159 do caput do Codigo Penal – 1ª Vara Criminal de Jacarepaguá – UA/RJ; Delegacia Anti-Seqüestro – artigo 159 & 1º do CP - ; 40ª DP – artigo 12 e artigo 14 da Lei 6.383/76 e artigo 10 caput da Lei 10.826/03 e Artigo 329 do CP N/F do artigo 69 do CP – condenado a 3 anos e 3 meses regime integralmente fechado – 38ª Vara Criminal da Capital – e 27º DP – artigo 16 da Lei 10826/03 e artigo 33 e 35 da lei 11.343/06

Possui também duas ocorrências criminais por: DAS – Extorsão Mediante Seqüestro e Divisão de Homicídios - Homicídio Qualificado.

Preso em 06 de janeiro de 2006, fui cumprir pena no Presídio Ary Franco, onde ficou até 26 de setembro de 2008, onde foi transferido para o Presídio Penal Plácido Sá de Carvalho, graças ao benéfico do semi-aberto, de onde saiu e não mais retornou, sendo considerado evadido do sistema penitenciário.

Possui três mandados de prisão expedidos pela 1ª Vara Criminal da Capital e duas pela Vara de Execuções Penais.

Vara de Execuções Penais:
Processos Serventia: CAPITAL VARA DE EXEC PENAIS Nº Processo: 0433577-52.2007.8.19.0001 (2007/05130-3) Classe CNJ: Execução Provisória Criminal Movimentos Data: 17/10/2011 Origem: SVPT / SERVIÇO DE PROTOCOLO Destino: ARQUIVO GERAL Assunto: REMESSA AO ARQUIVO GERAL Obs: 0431583-86.2007.8.19.0001 (2 VOLUMES) E APS (2007051303) MAÇO 12471 Data: 17/08/2011 Origem: SVP1 / FINAL 2 Destino: ARQUIVO GERAL Prateleira: 3 Assunto: ARQ. PROVISORIO / Data: 12/07/2011 Origem: MINISTÉRIO PÚBLICO Destino: SVP1 / FINAL 2 Prateleira: 35 Assunto: RETORNO MINIST. PUBLICO/AG. RECAPTURA

(Atualizado em 01/02/2012)
Processos Judiciais
ORIGEM
PROCESSO
EXPEDIÇÃO
VEP/RJ
0433577-52.2007.8.19.0001 (2007/05130-3)
2007
1ª Vara Criminal/Jacarepaguá/RJ
0009101-59.2005.8.19.0203
10/08/2005
1ª Vara Criminal/ Capital
CPB 121
020/08/2011
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